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domingo, 22 de fevereiro de 2026

Deus e Jesus

 Casa Espírita Missionários da Luz – DIJ – Juventude: > 14 anos

20/02/2026

Tema – Deus e Jesus

Objetivos:

  • Diferenciar Jesus nosso irmão, de Deus nosso Pai;

  • Identificar os atributos de Deus;

  • Identificar como Jesus, nosso Modelo e Guia, se referia a Si mesmo em Seus ensinos.


Bibliografia:

- Livro dos Espíritos, 1ª parte, Cap.1 (Deus e o Infinito); 2ª parte, Cap. II (Lei de Adoração);

- Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. IV, item 1; Cap. VIII, item 1;

- A Gênese, Cap II (Deus); Cap. XV, item 2;

- Obras Póstumas, Allan Kardec, 1ª parte – Estudo da Natureza do Cristo; itens III — As Palavras de Jesus provam a Sua Divindade?;  V — Dupla Natureza de Jesus; e VI — Opinião dos Apóstolos;

- Quem é o Cristo?, Francisco de Paula Vitor/Chico Xavier, Caps. 6 (O Cristo Vivo), 18 (Campo de Luz), 19 (Libertação pela Verdade), 21( A Porta da Liberdade), 25 (A verdadeira Humildade), 27 (O Caminho para a Vida), 28 (A Rama Pujante);

- Novo Testamento: Mateus 5:8 e 7:9-11; S. Mateus, 10:32; João 10, 29:30.

Material:

- Livros: O Livro dos Espíritos, A Gênese, Obras Póstumas e Quem é o Cristo?;

- Trechos do NT em tiras de papel;

- Música “Ouço Deus”: https://www.youtube.com/watch?v=s4ilOunEAhU - “Ouço Deus” by João Mendes (4:18 min).

Procedimentos:

  1. Hora da novidade; pedir aos jovens que foram ao EEVJ que contem da experiência vivenciada nos dias do carnaval, no Recanto Lins de Vasconcelos.

  2. Exercício de respiração e prece.

Obs.: Colocar a música “Ouço Deus” como preparação para a prece, pedindo ao grupo que feche os olhos e ouça a música, se deixando envolver pela melodia e pelas palavras da canção. ==> Aos 1:50 min da música, abaixar o volume e fazer a prece inicial.

“Ouço Deus no murmúrio das águas dos rios

Ouço Deus no furor de ciclones e mares bravios

Ouço Deus no cantar matinal dos pardais

Ouço Deus no lamento dos pobres mortais.

Vejo Deus nas estrelas perenes(reluzentes) de luz

Vejo Deus no esplendor que a alvorada traduz.

Vejo Deus no suave perfume da flor

Vejo Deus na presença do amigo na dor

Sinto Deus na saudade que evoca lembranças

Sinto Deus no morrer de febris esperanças

Sinto Deus na tristeza de ver-te partir

Sinto Deus na tua volta, irmão a sorrir.”


  1. Motivação Inicial

Começaremos o ano, refletindo sobre Deus e sobre Jesus.

==> Escrever no quadro (ou levar cartaz com as frases):


“O que meu Pai me deu é maior do que todas as coisas e ninguém o pode arrebatar das mãos de meu Pai. Meu Pai e eu somos um.”

(S. João, 10:29 e 30.)

“Aquele que me confessar e me reconhecer diante dos homens, eu também o reconhecerei e confessarei diante de meu Pai que está nos céus.” (S. Mateus, 10:32)

==> o que vocês entendem por essas frases de Jesus?

==> como conciliar essas duas afirmações de Jesus falando Dele e de Deus e ao mesmo tempo, que Deus está nos céus?

==> livre participação

- Concluir que Jesus dava a ideia de concordância de pensamentos, de sentimentos.

  1. Desenvolvimento do objetivo do estudo: Jesus nosso irmão, de Deus nosso Pai

Em Obras Póstumas, (item III — As Palavras de Jesus Provam a Sua Divindade?), Kardec analisando a natureza de Jesus (pois que a Igreja Católica diz que Jesus = Deus), lembra que a origem das informações acerca de Jesus é o NT.

Todos os outros livros e textos se baseiam no NT. Então, Kardec cita diversos trechos de fala de Jesus e dos apóstolos (que conviveram com Jesus) sobre a pessoa de Jesus.

==> Distribuir a alguns jovens trechos do NT onde Jesus fala Dele sendo enviado por Deus (pelo Pai), e pedir que leiam e digam o que entendem da fala de Jesus:

“Quem quer que receba em meu nome a uma criancinha como esta, a mim me recebe; e aquele que me recebe não me recebe a mim, mas recebe aquele que me enviou.” (S. Marcos, 9:37.)

“Jesus então lhes disse: Ainda estou convosco por um pouco de tempo e vou em seguida para aquele que me enviou.” (S. João, 7:33.)

“Aquele que vos ouve a mim me ouve; aquele que vos despreza a mim me despreza; e aquele que me despreza, despreza aquele que me enviou.” (S. Lucas, 10:16.)

“Ouvistes o que foi dito: ‘Eu me vou e volto a vós. Se me amásseis, rejubilaríeis, pois que vou para meu Pai, porque meu Pai é maior do que eu’.” (S. João, 14:28.)

“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão. — Pelo que respeita ao dia e à hora, ninguém o sabe, nem os anjos que estão no céu, nem mesmo o Filho, mas somente o Pai.” (S. Marcos, 13:32; S. Mateus, 24:35 e 36.)

“De mim digo o que vi junto de meu Pai; e vós, vós fazeis o que ouvistes de vosso pai.” (S. João, 8:38.)

“Nesse dia, reconhecereis que estou em meu Pai e vós em mim e eu em vós.” (S. João, 14:20.)

==> Reforçar que os 4 evangelistas registraram em diversos trechos, que Jesus se referia a Deus como o Pai que está nos céus e O enviou a Ele, Jesus) à Terra para nos ensinar. Quando falava de identidade com o Pai, Jesus dava a ideia de concordância de pensamentos, de sentimentos entre Ele e Deus.

  1. Trabalho em Grupos (Deus e Jesus)

A ideia agora, é a divisão em 2 grupos, para que cada grupo estude as características de Deus e as de Jesus!

==> Entregar os textos aos 2 grupos.

==> A tarefa de cada grupo é ler, refletir e depois apresentar ao outro grupo o que compreendeu sobre Deus (grupo 1) e sobre Jesus (Grupo 2).

Grupo 1 – DEUS

LE, perg.1. Que é Deus?

“Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas”.

LE, perg. 10. Pode o homem compreender a natureza íntima de Deus?

“Não; falta-lhe para isso um sentido.”

Evang.Segundo o Espiritismo, Cap VIII

1. Bem-aventurados os que têm puro o coração, porquanto verão a Deus. (S. Mateus 5:8.)

LE, perg. 13. Quando dizemos que Deus é eterno, infinito, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom, temos ideia completa de seus atributos?

“Do vosso ponto de vista, sim, porque credes abranger tudo. Sabei, porém, que há coisas que estão acima da inteligência do homem mais inteligente, as quais a vossa linguagem, restrita às vossas ideias e sensações, não tem meios de exprimir. A razão, com efeito, vos diz que Deus deve possuir em grau supremo essas perfeições, porquanto, se uma lhe faltasse, ou não fosse infinita, já ele não seria superior a tudo, não seria, por conseguinte, Deus. Para estar acima de todas as coisas, Deus tem que se achar isento de qualquer vicissitude e de qualquer das imperfeições que a imaginação possa conceber.”


Deus é eterno. Se tivesse tido princípio, teria saído do nada, ou, então, também teria sido criado, por um ser anterior. É assim que, de degrau em degrau, remontamos ao infinito e à eternidade.

É imutável. Se estivesse sujeito a mudanças, as leis que regem o universo nenhuma estabilidade teriam.

É imaterial. Quer isto dizer que a sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria. De outro modo, ele não seria imutável, porque estaria sujeito às transformações da matéria.

É único. Se muitos Deuses houvesse, não haveria unidade de vistas, nem unidade de poder na ordenação do universo.

É onipotente. Ele o é, porque é único. Se não dispusesse do soberano poder, algo haveria mais poderoso ou tão poderoso quanto ele, que então não teria feito todas as coisas. As que não houvesse feito seriam obra de outro Deus.

É soberanamente justo e bom. A sabedoria providencial das leis divinas se revela, assim nas mais pequeninas coisas como nas maiores, e essa sabedoria não permite se duvide nem da justiça nem da bondade de Deus.

Apoio doutrinário:

No livro A Gênese, no Cap. II, item 8, Kardec trata da questão de Deus.

==> Explicar com base no texto de Kardec.

8. Não é dado ao homem sondar a natureza íntima de Deus. Para compreendê-lo, ainda nos falta o sentido próprio, que só se adquire por meio da completa depuração do Espírito. Mas, se não pode penetrar na essência de Deus, o homem, desde que aceite como premissa a sua existência, pode, pelo raciocínio, chegar a conhecer-lhe os atributos necessários, porquanto, vendo o que ele absolutamente não pode ser, sem deixar de ser Deus, deduz daí o que ele deve ser. Sem o conhecimento dos atributos de Deus, impossível seria compreender-se a obra da criação. Esse o ponto de partida de todas as crenças religiosas e é por não se terem reportado a isso, como ao farol capaz de as orientar, que a maioria das religiões errou em seus dogmas. As que não atribuíram a Deus a onipotência imaginaram muitos deuses; as que não lhe atribuíram soberana bondade fizeram dele um Deus cioso, colérico, parcial e vingativo.

==> só os Espíritos Puros, como Jesus, conseguem sondar a natureza íntima de Deus. Como disse Jesus, para ver Deus precisamos ser puros de coração!

Grupo 2 – Jesus

LE, perg. 625. Qual o tipo mais perfeito que Deus já ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo?

“Jesus.”

Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo, e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque o espírito divino o animava, e porque foi o ser mais puro de quantos têm aparecido na Terra.

Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. IV

1. Jesus, tendo vindo às cercanias de Cesareia de Filipe, interrogou assim seus discípulos: “Que dizem os homens, com relação ao Filho do Homem? Quem dizem que eu sou?” — Eles lhe responderam: “Dizem uns que és João Batista; outros, que Elias; outros, que Jeremias, ou algum dos profetas.” — Perguntou-lhes Jesus: “E vós, quem dizeis que eu sou?” — Simão Pedro, tomando a palavra, respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo:” — Replicou-lhe Jesus: “Bem-aventurado és, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne nem o sangue que isso te revelaram, mas meu Pai, que está nos céus.” (S. MATEUS, 16:13 a 17; S. MARCOS, 8:27 a 30.)

Novo testamento, Evangelho Segundo João

14:6 - Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

6:35 - . Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede.

8:12 - Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.

10:9 - Eu sou a porta;

13:13 - Vós me chamais Mestre e Senhor; e dizeis bem, porque eu o sou.

13:15 - Porque eu vos dei o exemplo, para que como eu vos fiz assim façais vós também.

15:5 Eu sou a videira, vós os ramos.

==> Afinal, quem é Jesus?

Apoio doutrinário:

A Gênese, Cap. XV, item 2: (sobre Jesus)

Pelos imensos resultados que produziu, a sua encarnação neste mundo forçosamente há de ter sido uma dessas missões que a Divindade somente a seus mensageiros diretos confia, para cumprimento de seus desígnios. Mesmo sem supor que ele fosse o próprio Deus, mas unicamente um enviado de Deus para transmitir sua palavra aos homens, seria mais do que um profeta, porquanto seria um Messias divino.

Como homem, tinha a organização dos seres carnais; porém, como Espírito puro, desprendido da matéria, havia de viver mais da vida espiritual, do que da vida corporal, de cujas fraquezas não era passível. A sua superioridade com relação aos homens não derivava das qualidades particulares do seu corpo, mas das do seu Espírito, que dominava de modo absoluto a matéria e da do seu perispírito, tirado da parte mais quintessenciada dos fluidos terrestres. Sua alma, provavelmente, não se achava  presa ao corpo, senão pelos laços estritamente indispensáveis.

A Gênese, Cap. XV, item 51

É o que também ressalta com a mesma clareza do discurso que Jesus proferiu sobre o pão do céu, empenhado em fazer que seus ouvintes compreendessem o verdadeiro sentido do alimento espiritual. “Trabalhai”, diz Ele, “não por conseguir o alimento que perece, mas pelo que se conserva para a vida eterna e que o Filho do Homem vos dará”. Esse alimento é a sua palavra, pão que desceu do céu e dá vida ao mundo. “Eu sou”, declara Ele, “o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome e aquele que crê em mim jamais terá sede”.

- Pedir que os grupos se apresentem, conduzindo as discussões.

  1. Conclusão 

Deus é o nosso Pai! Jesus cita várias vezes em seu evangelho, que Deus é nosso Pai.

==> O que vocês acham sobre esse conceito de que Deus é nosso Pai? O que isso representa pra cada um de nós?

”Qual homem, do meio de vocês, se o filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se pedir peixe, lhe dará uma cobra? Portanto, se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o seu Pai, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem!” (Mat 7:9-11)

==> Imaginemos uma vida, uma existência sem essa figura de Deus como nosso Pai.

==> Quem cuidaria de nós?

==> A existência, a providência divina nos traz esperanças!

Fechar com a frase de Francisco de Paula Vitor, no cap. 27 de ‘Quem é o Cristo?’:

“Ele é Aquele que nos aponta o caminho para ser percorrido sob o sol da verdade em prol de melhor qualidade de vida para a alma.”

Jesus é nosso irmão mais velho, maior ==> todos seremos como Jesus ==> a evolução dos Espíritos é Lei divina!

  1. Passes coletivos e prece final.

Avaliação:

Encontro com 14 jovens com boa participação. Fizemos a leitura das frases de Jesus no quadro e nos papéis sorteados, com participação dos jovens. O trabalho em grupos também foi reflexivo tanto sobre Deus como sobre Jesus. Não deu tempo de falar de Deus como na conclusão do roteiro. Tb não abordamos os textos de Camilo no livro Quem é o Cristo. Foi bem positivo o estudo!

Anexos/ Apoio Doutrinário:

Francisco de Paula Vítor, no cap.27 de “Quem é o Cristo?”:

Caminho:

- na vida moderna, nem sempre é fácil escolher o caminho a seguir. Seja no campo político, da profissão, das decisões relativas à família, aos amigos.

A melhor escolha é sempre aquela que está de acordo com os ensinos de Jesus. Por isso, Ele é o caminho.

Na política, por exemplo, a proposta de Jesus é a da justiça plena, sem poluição, para todos, a do respeito recíproco entre os indivíduos:

- a cada um segundo as suas obras;

- dai a César o que é de César;

- amai-vos uns aos outros.

Se pegarmos as orientações de Jesus, e procurarmos aplicá-las antes de decidirmos qual caminho seguir, estaremos no caminho certo. Aquele que nos leva à evolução espiritual.

Verdade:

- são tantas religiões dizendo que tem a verdade com relação às questões de Deus! Mas Jesus se posicionou com relação a esta questão:

“Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e verdade”. (Jo, 4:24)

- o importante é a mudança, o amadurecimento de dentro, que leva à mudança no mundo. E não práticas externas, sem entendimento, sem fazer sentido no íntimo da pessoa. Jesus falou que teríamos aflições no mundo, pela fase evolutiva pela qual passamos e afirmou:

“Tende bom ânimo, eu venci o mundo.” (João, 16:33)

Apresentou-nos cada coisa, em nome da verdade: “Em verdade vos digo...”.

Na codificação do Espiritismo, apresentou-se a Kardec, como sendo “Espírito da Verdade”.

Vida:

Todas as lições de Jesus foram lições de vida, de como viver no mundo, sem esquecer que não somos do mundo. Quem tiver a coragem para aplicar o que Ele trouxe à Terra, com certeza viverá fartamente, e em paz:

“Eu vim para que tenhais vida, e vida abundante”. (João,10:10)

Jesus falava da vida verdadeira, a vida daqueles que estão despertos para sua realidade de Espíritos imortais, temporariamente vestindo um corpo de carne.

Francisco de Paula Vítor, no cap. 18 de “Quem é o Cristo?”

A luz chegava ao mundo na figura do Suave Jesus, tendo em vista que: • havia treva nas consciências dos homens, treva nas relações sociais, na prática da justiça, na estrutura religiosa da sociedade, treva na prática do arbítrio coletivo, que evocava velhas tradições para administrar sacrifícios de vidas humanas em altares de grotresco fanatismo; havia treva no intercâmbio entre os vivos e os mortos, trevas no relacionamento com enfermos e enfermidades, quando se impunham a desditosos doentes psiquiátricos, a obsessos, e aos que sofriam dermatoses, quase sempre confundidas com as agressões da hanseníase, a morte social e o compulsório internamento nos vales dos imundos, atirando-os nas estradas do desprezo.

Sim, sim, havia treva em toda parte, desenvolvendo-se um clima de profunda infelicidade em todos os recantos do planeta.

Cristo é a luz que desceu do Céu para afagar com Sua luminescência a alma ensombrada dos humanos e ao mesmo tempo convidá-la ao abençoado crescimento ao encontro do dia sem final, de imbatíveis claridades.

Atentos a essa verdade, avancemos, valorosos e decididos a transformar nossa intimidade em esplendoroso campo de intensa luminosidade, em estuário de inefável luz que apontará a nossa conquista superior, a nossa felicidade, fazendo brilhar a nossa própria luz.

Francisco de Paula Vítor, no cap. 21 de “Quem é o Cristo?”

Um provérbio popular afirma que, quando uma porta se fecha, abrem-se duas outras, em nome das novas oportunidades concedidas por Deus.

As portas que se fecham, com muita facilidade, são as da busca material, em razão de despertar a cobiça de incontáveis criaturas, que não medem esforços, que não abrem espaço a ninguém quando se trata de “garantir seu espaço” no jogo dos interesses mundanos.

Por outro lado, a porta da real felicidade parece não cativar tantos corações. É a porta que, por ser estreita, exige sacrifícios, sim, mas esses sacrifícios, essa lutas, conduzem a alma a tamanha ventura que, dificilmente, o homem comum pode fazer idéia.

Jesus é essa porta estreita que, ao impor o despojamento de tudo o que não interessa à vida saudável da alma, integra-a à Comunidade Cósmica dos que se libertaram do jugo escravizante e aterrados das coisas do mundo.

Seguindo por Ele, terás a certeza de que nem sempre estarás usufruindo dos deleites passageiros e brilhantes que ofuscam a visão das massas; porém, serás penetrado de tão grandiosa harmonia, de tão vibrante alegria por teres conseguido a superação de ti mesmo, que nenhuma fortuna terrena se mostrará com o mesmo valor ante a tua visão espiritual.

Francisco de Paula Vítor, no cap. 28 de “Quem é o Cristo?”

A vinha verde se espalha pelas cercas, viçosa e cheia de frescor. Dela se esperam os cachos com bagos licorosos, prontos para alimentação, prontos para serem devidamente beneficiados em favor da vida.

Era Ele, sem contestação, a expressão do vigor do parreiral a oferecer tudo o que direta e indiretamente o ser humano Dele pode obter.

Entretanto, de modo perfeitamente coerente, afirmou que enquanto representava as ramagens viçosas, os Seus Discípulos seriam as varas. Sim, as varas...

Não obstante não guardem a mesma condição das ramas verdes, é sobre as varas que se distendem as ramagens, alongando-se, levando tão mais longe quanto possam estender-se as belezas e viços do vinhedo.

O Mestre reconhecia a importância dos ensinos que vinha apresentar ao mundo da parte do Criador. Contudo, deixava claro que essa Boa Nova carecia da coragem e da disposição dos Seus companheiros, a fim de cumprir com seu desiderato.

A rama cheia de verdor é tanto mais útil, quanto mais se espraia sobre os lenhos secos que a sustentam.

O pregador da Boa Nova do Senhor é esse lenho seco, útil e necessário à manutenção da Lição excelente, sempre sobranceira. E Jesus é essa rama pujante de vida que, ao se apoiar em nossas pequenas condições, vai-nos ensinando a reverdecer, florir e frutescer para um futuro que, operosos e humildes, aguardamos.

Francisco de Paula Vítor, no cap. 25 de “Quem é o Cristo?”

É por demais expressiva a vestimenta da humildade num ser que alcançou avançado nível de evolução.

A confirmação do reconhecimento da Sua condição por parte dos discípulos é, no entanto, uma expressão de autêntica humildade. Equivoca-se aquele que pensa que a humildade é uma virtude cheia de evasivas e de desmentidos. Está em erro quem pretenda fazer da humildade a arte de ser incapaz ou da simulação de incapacidade.

Não cabe à humildade, entretanto, esconder-se, desdizer-se, arrastar-se.

Se a humildade de quem sabe não se oferecesse a fazer e ensinar, por temor de ser confundida com a vaidade, o planeta ainda estaria no estado de primitivismo.

Caso Jesus Cristo não se tivesse confirmado como Mestre, como o esperado Senhor, para quem as almas correriam? A quem as pessoas sem rumo buscariam? Como tudo ficaria?

Sim, eu o sou...

A mesma humildade que O fez afirmar-se Senhor e Mestre fê-Lo afirmar-se como o próprio Jesus, procurado pelos soldados, no triste entardecer da traição em Jerusalém.

Eis a virtude que não foge de se apresentar para o trabalho, nem para a alegria, nem para o testemunho no sofrimento.

Ele é Aquele que não se esquivou do mel de ver o povo saudá-lo, esfuziante, quando entrou montado, em Jerusalém; tampouco do fel que, numa cruz patrocinada pelo arbítrio dos homens moralmente ainda pequenos, foi levado a sorver.

Trechos do Novo Testamento

Dirigindo-se a alguns de seus discípulos que disputavam para saber qual dentre eles era o maior, disse-lhes ele, chamando para junto de si uma criança: “Quem quer que me receba, recebe aquele que me enviou, porquanto aquele que for o menor entre todos vós será o maior de todos.” (S. Lucas, 9:48.)

“Jesus lhes disse então: Se Deus fosse vosso Pai, vós me amaríeis, porque foi de Deus que saí e foi de sua parte que vim; pois, não vim de mim mesmo, foi ele que me enviou.” (S. João, 8:42.)

“Nada posso fazer de mim mesmo. Julgo segundo ouço e o meu juízo é justo, porque não procuro satisfazer à minha vontade, mas à vontade daquele que me enviou.” (S. João, 5:30.)

“Jesus lhes respondeu: Minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. — Aquele que quiser fazer a vontade de Deus reconhecerá se a minha doutrina é dele, ou se falo por mim mesmo. — Aquele que fala por impulso próprio procura a sua própria glória, mas o que, procura a glória daquele que o enviou é veraz, não há nele injustiça.” (S. João, 7:16 a 18.)

“Mas, agora procurais dar-me morte, a mim que vos tenho dito a verdade que aprendi de Deus; é o que Abraão não fez.” (S. João, 8:40.)

Meu Pai, se for possível, faze de mim se afaste este cálice; entretanto, não seja como eu quero, mas como tu queiras. Meu Pai, se este cálice não pode passar, sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.” (S. Mateus, 26:36 a 42. Jesus no Jardim das Oliveiras.)

“Então, disse-lhes: Minha alma está numa tristeza de morte; ficai aqui e velai. — E, tendo-se afastado um pouco, prosternou-se em terra, rogando que, se fosse possível, aquela hora se afastasse dele. — Dizia: Abba, meu Pai, tudo te é possível, transporta para longe de mim este cálice; mas, que se faça a tua vontade e não a minha.” (S. Marcos, 14:34 a 36.)

“Jesus lhe respondeu: Não me toques, porquanto ainda não subi a meu Pai; vai, porém, ter com meus irmãos e dize-lhes de minha parte: Subo a meu Pai e vosso Pai, a MEU DEUS e vosso Deus.” (S. João, 20:17. Aparição a Maria Madalena.)

“Perguntaram-lhe: Quem és tu então? Jesus lhes respondeu: Sou o princípio de todas as coisas, eu que vos falo. — Tenho muitas coisas a dizer-vos; mas, aquele que me enviou é verdadeiro e eu não digo senão o que dele aprendi.” (S. João, 8:25 e 26.)

(Obs.: Jesus trabalhou desde o princípio do nosso planeta. Ele falava da Terra! Veremos em Emmanuel, no livro A Caminho da Luz, essa informação).

Se não faço as obras de meu Pai, não me creiais; se, porém, as faço, quando não queirais crer em mim, crede nas minhas obras, a fim de saberdes e crerdes que meu Pai está em mim e eu nele.” (S. João, 10:31 a 38.)

João, 6, 30:34

30Então lhe perguntaram: “Que sinal realizas, para que vejamos e creiamos em ti? Que obra fazes? 31Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes pão do céu a comer”. 32Respondeu-lhes Jesus: “Em verdade, em verdade, vos digo: não foi Moisés quem vos deu o pão do céu, mas é meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu; 33porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”.

Disseram-lhe: “Senhor, dá-nos sempre deste pão!” 35Jesus lhes disse: “Eu sou” o pão da vida. Quem vem a mim, nunca mais terá fome, e o que crê em mim nunca mais terá sede.

sábado, 15 de fevereiro de 2025

Deus

 Casa Espírita Missionários da Luz – DIJ – Juventude: > 14 anos

14/02/2025

Tema – Existência de Deus

Objetivos:

  • Levar os jovens a refletirem sobre existência de Deus, nosso Pai, e os impactos da existência de Deus em nossas vidas; ­

  • Refletir sobre Deus e a Geração do Universo;

  • Refletir sobre o início: Como Deus surgiu? De onde essa inteligência suprema veio?

  • Analisar os deuses das Mitologias e suas semelhanças/diferenças com o Espiritismo (Lei da Adoração).

Bibliografia:

  1. Livro dos Espíritos, 1ª parte, Cap.1 (Deus e o Infinito); 2ª parte, Cap. II (Lei de Adoração), item ‘Politeísmo’, pergs. 667 e 668;

  2. A Gênese, Cap II (Deus);

  3. Novo Testamento: Mateus 5:8 e 7:9-11.

Material: Exemplares de O Livro dos Espíritos; um exemplar de A Gênese.

Procedimentos:

  • Hora da novidade, exercício de respiração e Prece.

  • Motivação Inicial

Os biógrafos de Santo Agostinho contam que ele teve um sonho quando tentava entender os mistérios de Deus.

Sonhou que ele andava pela praia, pensativo nos assuntos teológicos e, especialmente, dedicava atenção ao mistério da Santíssima Trindade: Três pessoas em um só Deus. Como pode ser isso?

Avistou um garotinho com um baldinho retirando a água do mar e enchendo um buraquinho na areia. Fazia isso, repetidas vezes.

Ele se aproximou e perguntou ao menino “o que você está fazendo?”.

O menino de forma simples respondeu “Vou colocar toda a água do mar neste buraquinho.”

“Garoto, isso é impossível! A água do mar é muita e o buraco é pequenino demais!”

Ao que o menino, com profundidade, respondeu:

“É mais fácil eu conseguir colocar toda a água do mar nesse buraquinho do que você desvendar os mistérios de Deus!”

O santo calou-se e aprendeu.

O que podemos entender dessa história?

==> ouvir as respostas do grupo e pedir que um deles leia e comente a perg. 10 e depois, a perg. 11 de O Livro dos Espíritos:

  • Desenvolvimento

Natureza de Deus


10. Pode o homem compreender a natureza íntima de Deus?

“Não; falta-lhe para isso um sentido.”

==> quais são os sentidos que a humanidade hoje tem? Visão, audição, olfato, tato, paladar. Todos relacionados com a vida material. Para compreendermos Deus, precisamos de um novo sentido!

11. Será dado um dia ao homem compreender o mistério da Divindade?

“Quando não mais tiver o espírito obscurecido pela matéria e, pela sua perfeição, se houver aproximado de Deus, ele o verá e compreenderá.”

A inferioridade das faculdades do homem não lhe permite compreender a natureza íntima de Deus. Na infância da humanidade, o homem o confunde muitas vezes com a criatura, cujas imperfeições lhe atribui; mas, à medida que nele se desenvolve o senso moral, seu pensamento penetra melhor no âmago das coisas; então, faz ideia mais justa da Divindade e, ainda que sempre incompleta, mais conforme à sã razão.

==> Lembramos então uma bem-aventurança que Jesus, nos ensinou. Quem lembra qual é?

“Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus.” (Mateus, 5:8)

No livro A Gênese, no Cap. II, onde Kardec trata da questão de Deus.

==> Pedir que outro jovem faça a leitura e explicação do item 8:


8. Não é dado ao homem sondar a natureza íntima de Deus. Para compreendê-lo, ainda nos falta o sentido próprio, que só se adquire por meio da completa depuração do Espírito. Mas, se não pode penetrar na essência de Deus, o homem, desde que aceite como premissa a sua existência, pode, pelo raciocínio, chegar a conhecer-lhe os atributos necessários, porquanto, vendo o que ele absolutamente não pode ser, sem deixar de ser Deus, deduz daí o que ele deve ser. Sem o conhecimento dos atributos de Deus, impossível seria compreender-se a obra da criação. Esse o ponto de partida de todas as crenças religiosas e é por não se terem reportado a isso, como ao farol capaz de as orientar, que a maioria das religiões errou em seus dogmas. As que não atribuíram a Deus a onipotência imaginaram muitos deuses; as que não lhe atribuíram soberana bondade fizeram dele um Deus cioso, colérico, parcial e vingativo.

==> só os Espíritos Puros, como Jesus, conseguem sondar a natureza íntima de Deus. Como disse Jesus, para ver Deus precisamos ser puros de coração!

Politeísmo

==> E Kardec aqui nesse trecho fala que, partindo da premissa da existência de Deus, pela razão, pelo raciocínio, podemos conhecer os atributos, as características de Deus.

==> Que sem conhecer os atributos de Deus “impossível seria compreender-se a obra da criação”.

==> Faz sentido? Quais problemas os que acreditam em Deus teriam, se não conhecessem os atributos de Deus?

==> discussão dois-a-dois: exemplos de problemas do entendimento sobre Deus que vemos na história da humanidade?

==> depois de ouvir as respostas das duplas, concluir com Kardec que nos responde nesse mesmo texto: Muitos deuses (politeísmo); “humanização” de Deus, atribuindo a Ele as nossas imperfeições.

Outra discussão dois-a-dois: Vimos que por não saber que Deus é Único, os povos passaram a acreditar em muitos deuses. Que fatos devem ter acontecido para eles “criarem” esses deuses, muitos dos quais cheios de vícios humanos? Além dos povos indígenas, temos os deuses da mitologia greco-romana. Como entender essa multidão de deuses?

==> depois de ouvir as respostas, pedir que um jovem leia e comente a perg. 668 de OLE:

668. Tendo-se produzido em todos os tempos e sendo conhecidos desde as primeiras idades do mundo, não haverão os fenômenos espíritas contribuído para a difusão da crença na pluralidade dos deuses?

“Sem dúvida, porquanto chamando deus a tudo o que era sobre-humano, os homens tinham por deuses os Espíritos. Daí veio que, quando um homem, pelas suas ações, pelo seu gênio, ou por um poder oculto que o vulgo não lograva compreender, se distinguia dos demais, faziam dele um deus e, por sua morte, lhe rendiam culto.”

E o comentário de Kardec:

A palavra deus tinha, entre os antigos, acepção muito ampla. Não indicava, como presentemente, uma personificação do Senhor da natureza. Era uma qualificação genérica, que se dava a todo ser existente fora das condições da humanidade. Ora, tendo-lhes as manifestações espíritas revelado a existência de seres incorpóreos a atuarem como potência da natureza, a esses seres deram eles o nome de deuses, como lhes damos atualmente o de Espíritos. Pura questão de palavras, com a única diferença de que, na ignorância em que se achavam, mantida intencionalmente pelos que nisso tinham interesse, eles erigiram templos e altares muito lucrativos a tais deuses, ao passo que hoje os consideramos simples criaturas como nós, mais ou menos perfeitas, que se despojaram de seus envoltórios terrestres. Se estudarmos atentamente os diversos atributos das divindades pagãs, reconheceremos, sem esforço, todos os de que vemos dotados os Espíritos nos diferentes graus da escala espírita, o estado físico em que se encontram nos mundos superiores, todas as propriedades do perispírito e os papéis que desempenham nas coisas da Terra.

==> vemos que a mediunidade, sempre presente na humanidade, permitiu a comunicação com os Espíritos, e pela ignorância dos povos, muitos desses Espíritos se tornaram deuses para aqueles povos.

  • Nos temas levantados por vocês na semana passada temos:

  • Refletir sobre Deus e a Geração do Universo;

  • Refletir sobre o início: Como Deus surgiu? De onde essa inteligência suprema veio?

  • Analisar os deuses das Mitologias e suas semelhanças/diferenças com o Espiritismo (Lei da Adoração).

==> estão respondidos nessas nossas reflexões de hoje?

Provas da Existência de Deus

Nessas nossas reflexões, nós partimos da premissa da existência de Deus.

==> vamos então discutir dois-a-dois: Como podemos comprovar a existência de Deus? Só pela revelação (pelos profetas, por Jesus, pelos Espíritos)?

==> depois das respostas das duplas, complementar com Kardec, em A Gênese, Cap.II, item 7, pedindo que um jovem leia e comente:

7. A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela revelação, como pela evidência material dos fatos. Os povos selvagens nenhuma revelação tiveram; entretanto, creem instintivamente na existência de um poder sobre-humano. Eles veem coisas que estão acima das possibilidades do homem e deduzem que essas coisas provêm de um ente superior à humanidade. Não demonstram raciocinar com mais lógica do que os que pretendem que tais coisas se fizeram a si mesmas?

==> Kardec tem uma frase linda na Gênese, no item 6 desse capítulo: “Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras.”

==> Muitos ateus se opõem a existência de Deus, pois dizem que:

“As obras ditas da natureza são produzidas por forças materiais que atuam mecanicamente, em virtude das leis de atração e repulsão; as moléculas dos corpos inertes se agregam e desagregam sob o império dessas leis. As plantas nascem, brotam, crescem e se multiplicam sempre da mesma maneira, cada uma na sua espécie, por efeito daquelas mesmas leis; cada indivíduo se assemelha ao de quem ele proveio; o crescimento, a floração, a frutificação, a coloração se acham subordinados a causas materiais, tais como o calor, a eletricidade, a luz, a umidade, etc. O mesmo se dá com os animais. Os astros se formam pela atração molecular e se movem perpetuamente em suas órbitas por efeito da gravitação. Essa regularidade mecânica no emprego das forças naturais não acusa a ação de qualquer inteligência livre. O homem movimenta o braço quando quer e como quer; aquele, porém, que o movimentasse no mesmo sentido, desde o nascimento até a morte, seria um autômato. Ora, as forças orgânicas da natureza são puramente automáticas.” (A Gênese, cap. II, item 6).

==> como podemos responder a esses raciocínios dos ateus?

Kardec responde no mesmo item 6:

“Tudo isso é verdade; mas, essas forças são efeitos que hão de ter uma causa e ninguém pretende que elas constituam a Divindade. Elas são materiais e mecânicas; não são de si mesmas inteligentes, também isto é verdade; mas, são postas em ação, distribuídas, apropriadas às necessidades de cada coisa por uma inteligência que não é a dos homens. A aplicação útil dessas forças é um efeito inteligente, que denota uma causa inteligente.”

==> vocês concordam com essa argumentação de Kardec?

  • Conclusão

  1. Deus é o nosso Pai! Jesus cita várias vezes em seu evangelho, que Deus é nosso Pai.

==> O que vocês acham sobre esse conceito de que Deus é nosso Pai? O que isso representa pra cada um de nós?

Qual homem, do meio de vocês, se o filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se pedir peixe, lhe dará uma cobra? Portanto, se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o seu Pai, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem! (Mat 7:9-11)

==> Imaginemos uma vida, uma existência sem essa figura de Deus como nosso Pai.

==> Quem cuidaria de nós?

==> A existência, a providência divina nos traz esperanças!

  • Passes coletivos e prece final.

Avaliação:

Encontro com 13 jovens. Participaram das discussões, e tiveram boas reflexões nos trios. Somente um jovem soube dizer quem era Santo Agostinho.

Na questão sobre os fatos que poderiam ter gerado o politeísmo, somente um jovem falou da mediunidade.

Não deu tempo de abordar os tópicos sobre as provas da existência de Deus.
Ao mencionar os temas abordados, logo responderam que nos falta um sentido para entendermos os mistérios da natureza de Deus e da criação.