Mostrando postagens com marcador Parábolas do reino dos céus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Parábolas do reino dos céus. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de novembro de 2024

O Reino de Deus (Zaqueu)

 Casa Espírita Missionários da Luz – Mocidade – 22/11/2024

Tema: O Reino de Deus (Zaqueu)


Objetivos:

Estudar as parábolas sobre o reino dos Céus;

Refletir sobre as escolhas na vida: como construir o reino de Deus em meu coração?

Bibliografia:

- Ressurreição e Vida, Yvonne Pereira/Léon Tolstoi, cap. 1;

- Novo Testamento, Parábola do Tesouro Escondido (Mt., 13:44), Parábola da Pérola (Mt., 13:45-46), Parábola da Rede (13:47-50) e Parábolas do Grão de Mostarda e do Fermento (Mt., 13:31-33);

- Parábola e Ensinos de Jesus, Caibar Schutel, capítulos dessas 5 parábolas;

- Evangelho dos Humildes, Eliseu Rigonatti, Cap. XIII;

- Pelos Caminhos de Jesus, Amélia Rodrigues/Divaldo Franco, Cap. 18 ‘Encontro Inesquecível’;

- Primícias do Reino, Amélia Rodrigues/Divaldo Franco, Cap 15 ‘Zaqueu, o Rico de Humildade’.

Cena dessa passagem do livro Ressurreição e Vida: (18:42 minutos)

https://www.youtube.com/watch?v=uQ7KGBPfJak&list=PL_M4d6Nib6Q9-dUtA1q_gzjiSob7djA4A&index=8

Material: Notebook, projetor e caixas de som; as 5 parábolas do reino em tiras de papel.

Desenvolvimento:

1. Hora da novidade e Prece Inicial

2. Motivação Inicial:

Perguntar quem lembra a história de Zaqueu nos Evangelhos?

==> Depois de ouvir as respostas, passar o vídeo nos minutos 15:16 min à 17:55min (trechos do Evangelho com a passagem de Zaqueu e depois, de Jesus dizendo que o reino de Deus está dentro de nós).

==> Zaqueu era um publicano, um judeu que trabalhava para os romanos, cobrando impostos dos judeus para o Império Romano. Por isso, era odiado pelos judeus. Mateus, um dos apóstolos, também era publicano, cobrador de impostos, até largar e seguir Jesus.

==> Essa é a história que os Evangelhos registram sobre Zaqueu. Nada mais.

O que será que aconteceu com Zaqueu depois desse encontro com Jesus?

No livro Ressurreição e Vida, de Léon Tolstoi, psicografia de Yvonne Pereira, logo no primeiro capítulo, conta o que aconteceu com Zaqueu. Tolstoi relata que após sua desencarnação, se encontrava perdido, sem rumo, sem saber o que fazer, até que um dia encontrou numa região tranquila e linda do plano espiritual, um senhor, vestido como no tempo de Jesus, falando a um pequeno grupo de pessoas.

Tolstói então, parou para ouvir.

- Vamos ver no vídeo como foi o relato de Zaqueu sobre sua vida após conhecer Jesus.

- Importante atentarmos que essa história não tem registro nos Evangelhos, nem em outra obra espírita. Como sabemos, muitas histórias são contadas pelos Espíritos sobre o tempo de Jesus. São relatadas como informações obtidas nas tradições do mundo espiritual.

Amélia Rodrigues, pela psicografia de Divaldo Franco, fala de Zaqueu em dois livros. Em Pelos Caminhos de Jesus, diz que Zaqueu saiu de Jericó e foi levar a palavra de Jesus; Em Primícias do Reino, diz que muitos anos depois, a pedido de Pedro, Zaqueu foi dirigir florescente igreja cristã em terras da Cesareia.

Então ouvimos como aprendizado, sabendo que para termos certeza desses fatos relatados, precisamos aguardar a confirmação por outros Espíritos! Esse é o princípio da universalidade do ensino dos Espíritos.

- Vamos então ver a história do que aconteceu com Zaqueu, segundo o relato de Léon Tolstoi. (vídeo, dos minutos 3:18m à 13:10min).

- Após o vídeo, perguntar o que concluíram desse relato.

==> porque será que se chama esse capítulo do livro Ressurreição e Vida, ‘O Reino de Deus”? Zaqueu percebeu após começar a viver a mensagem de Jesus, que o reino que Jesus falava estava dentro dele mesmo, bastando somente começar a agir ano bem, levando a boa nova a todos que ele atendia.

3. Desenvolvimento

Jesus contou 5 parábolas explicando como se assemelha o reino de Deus. Foram contadas na sequência, cada um com um cenário diferente, mas todas nos ensinando sobre esse Reino que Ele veio implantar na Terra.

==> alguém lembra dessas parábolas?

- Dividir o grupo em 2, distribuindo as parábolas para subgrupo:

i. Parábolas do grão de mostarda e do fermento;

ii. Parábolas do tesouro escondido, da pérola e da rede.

==> pedir que discutam qual o ensino de Jesus nessas parábolas.

- Na apresentação dos grupos, complementar, se necessário:

i. Nessas parábolas do grão de mostarda e do fermento, o reino dos céus é comparado aos fenômenos do crescimento e da expansão.

Assim acontece com a implantação do reino dos céus no nosso coração.

Leva algum tempo para que ela adquira condições de receptividade favoráveis a tal evento. Lembramos da parábola da semente que cai em terras que não permitem a germinação. Mas, quando acontece a assimilação do Evangelho em espírito e verdade, um irresistível impulso de ascensão marca-lhe novos rumos à existência.

==> foi o que aconteceu com Zaqueu, que nunca mais foi o mesmo desde que conheceu Jesus. Teve muitas dúvidas, não sabia o que fazer até receber a orientação de Paulo, que como ele, também andava por caminhos obscuros antes de conhecer Jesus.

ii. Nessas parábolas, Jesus deixa bem claro que esse tesouro, essa pérola, estão dentro de algo: enterrado no campo, na ostra, no mar. Assim também conosco: dentro de nosso coração está o tesouro.

Quando alguém “descobre” no campo de si mesmo esse tesouro de tanto valor, que é a própria alma, e nossa imortalidade, e destinada a alcançar o mais excelso destino, a angelitude, todas as ilusões da materialidade, todas as glórias do mundo, e até mesmo o bem-estar do corpo físico, se tornam de somenos importância.

Então, cheio de alegria, sabendo que a felicidade verdadeira depende, não daquilo que se tem, mas daquilo que se é, vai “vender tudo o que possui”, isto é, desprender-se do apego às pseudo-propriedades e distinções terrenas, para cuidar do enriquecimento espiritual, a mais preciosa das pérolas, cuja posse vale o sacrifício de todos os bens de menor valor, de tudo aquilo que considerava importante e valioso em sua vida.

- foi que aconteceu com Zaqueu e com Paulo: deixaram para trás a vida de ilusão que tinham e foram trabalhar para o Cristo. E como o fermento, quanto mais se dedicavam a Jesus, mais se fortaleciam na caminhada.

Paulo chegou a falar: já não sou eu quem vivo, mas o Cristo que vive em mim. Esse coração foi aquele terreno da terra boa que produziu 100 por um!

4. Conclusão

O objetivo de Jesus foi ensinar que o Reino de Deus não é exterior, mas está dentro de cada um. Então, todo aquele que se esforça em viver de forma virtuosa, cristã, reformando seu íntimo, passa a assimilar o Reino do Céu, que vai crescendo cada vez mais, e portanto, passando a conduzir nosso passos na encarnação.

5. Exercício de respiração profunda, prece e passes coletivos.

Avaliação:

Encontro com 9 jovens, com boa participação. Não deu tempo de fazer as discussões em subgrupos: alguns leram e comentaram as parábolas.

ANEXOS

Lucas 19:1-10

Jesus entrou em Jericó e atravessava a cidade.

Havia ali um homem rico chamado Zaqueu, chefe dos publicanos.

Ele queria ver quem era Jesus, mas, sendo de pequena estatura, não o conseguia, por causa da multidão.

Assim, correu adiante e subiu numa figueira brava para vê-lo, pois Jesus ia passar por ali.

Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e lhe disse: "Zaqueu, desça depressa. Quero ficar em sua casa hoje".

Então ele desceu rapidamente e o recebeu com alegria.

Todo o povo viu isso e começou a se queixar: "Ele se hospedou na casa de um pecador".

Mas Zaqueu levantou-se e disse ao Senhor: "Olha, Senhor! Estou dando a metade dos meus bens aos pobres; e se de alguém extorqui alguma coisa, devolverei quatro vezes mais".

Jesus lhe disse: "Hoje houve salvação nesta casa! Porque este homem também é filho de Abraão.

Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido".

Mateus, Capítulo 13

31:33: Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou, e semeou no seu campo; o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.

Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.

44: O Reino dos céus é também semelhante a um tesouro escondido num campo. Um homem o encontra, mas o esconde de novo. E, cheio de alegria, vai, vende tudo o que tem para comprar aquele campo.

45:48: Outrossim, o reino dos céus é semelhante a um negociante que buscava boas pérolas; e encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.

Igualmente, o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanhou toda espécie de peixes. E, quando cheia, puxaram-na para a praia; e, sentando-se, puseram os bons em cestos; os ruins, porém, lançaram fora.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Parábolas do Reino dos Céus


Casa Espírita Missionários da Luz – DIJ/Pré e Mocidade           > 12 anos – 12/10/2018

Tema: Parábolas do Reino dos Céus

Objetivos:
Estudar as parábolas de Jesus sobre o reino dos Céus;
Perceber que o reino dos céus está em nosso coração.

Bibliografia:
- NT: Parábola do Tesouro Escondido (Mt., 13:44), Parábola da Pérola (Mt., 13:45-46), Parábola da Rede (13:47-50) e Parábolas do Grão de Mostarda e do Fermento (Mt., 13:31-33).
- Parábola e Ensinos de Jesus, Caibar Schutel
- Evangelho dos Humildes, Eliseu Rigonatti

Material: Trechos das parábolas em papel

Desenvolvimento:
1.     Hora da novidade, exercícios de respiração profunda, e prece inicial
2.     Desenvolvimento
-                Iniciar convidando-os a participarem de um trabalho de estudo de parábolas de Jesus. O grupo será dividido em 2, ficando cada um com 2 parábolas de Jesus, sendo as 4, relativas ao Reino dos Céus. Jesus contou essas parábolas na sequência, para atender a todos os que o ouviam no momento; cada parábola ambientada num contexto específico, para facilitar o entendimento dos ouvintes.

-                Cada grupo deve procurar entender a mensagem da parábola que recebeu e precisará depois, contar a parábola ao outro grupo, em mímicas! Não pode falar nenhuma palavra! Só mímicas!

Explicar bem a tarefa para que não tenham dúvidas. Dar 15 minutos para a realização da tarefa em grupo: estudar a parábola e combinar como apresentar.

A cada parábola descoberta, deixar que o grupo diga o que entendeu do ensino de Jesus, fazendo os apontamentos necessários:

O objetivo de Jesus foi ensinar que o Reino de Deus não é exterior, mas está dentro de cada um. Então, todo aquele que se esforça em viver virtuosamente, cristãmente, reformando seu íntimo, passa a assimilar o Reino do Céu e portanto, a vivenciá-lo.

Grão de Mostarda – o crescimento da semente até a árvore é semelhante à implantação do reino dos céus na alma humana.

Fermento - O Entendimento Espiritual, da mesma forma, produz profunda e substancial modificação sobre todos os elementos da alma humana, transformando-os em preciosos fatores da Evolução.

O Reino do Céu é semelhante a um tesouro escondido, ou a uma pérola de grande valor. O tesouro escondido, ou a pérola, simbolizam a transformação do indivíduo, que ao trilhar o caminho da reforma íntima, despoja-se de todos os vícios e defeitos, desembaraçando-se dos conceitos de suas velhas crenças, do egoísmo, do preconceito, da superstição, do apego aos bens terrenos para passar a possuir os bens celestiais.
Por isso, como diz a parábola, quando alguém “descobre” no campo de si mesmo esse tesouro de tão subido valor, que é a própria alma, e a sabe imortal, e fadada a alcançar o mais excelso destino: sua integração à única Realidade Absoluta — Deus! — todas as ilusões da materialidade, todas as gloriosas do mundo, e até mesmo o bem-estar do corpo físico, se tornam de somenos importância. Então, cheio de júbilo, sabendo que a felicidade verdadeira depende, não daquilo que se tem, mas daquilo que se é, vai “vender tudo o que possui”, isto é, desprender-se das pseudo-propriedades e distinções terrenas, para cuidar precipuamente do enriquecimento de sua Consciência Espiritual, a mais preciosa das pérolas, cuja posse vale o sacrifício de todos os bens de menos valor, de tudo aquilo que considerava importante e valioso em sua vida.

A rede lançada ao mar, que recolhe peixes de toda espécie, simboliza, por sua vez, o próprio mundo, constituído de bons, medianos e maus, segundo as suas obras. É óbvio que para palmilhar o caminho da evolução, aproximando-se cada vez mais de Deus, é imperioso se adquirir qualidades boas, que são valores imperecíveis e santificantes.

A rede representa a Lei de Amor, inscrita por Deus em todas as consciências, e os peixes de toda a espécie apanhados por ela são os homens de todas as raças e de todos os credos, que serão julgados de acordo com as suas obras.
O texto é claríssimo nesse ponto, não deixando margem a qualquer dubiedade: “ e puseram os bons em cestos, deitando fora os ruins.
Quando, pois, o ciclo se fechar, a sorte dos justos será passar a um plano “à direita do Cristo”, plano que aqui será implantado no correr do terceiro milênio, constituído de almas cristãs, afeitas ao bem, onde fruirão de imperturbável felicidade; e a dos maus, a de serem lançados na “fornalha de fogo”, símbolo dos mundos inferiores, de expiação e de provas, onde terão que se depurar, entre lágrimas e dores, até que mereçam acesso a uma esfera melhor.

3.     Exercícios de respiração profunda, prece final e passes.
4.     Avaliação
Aula para 9 jovens com boa participação. Fizeram a tarefa de forma bem criativa!

Anexos

Subsídios ao evangelizador:
Mateus, Capítulo 13
31:33: Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou, e semeou no seu campo; o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.
Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.

45:48:  Outrossim, o reino dos céus é semelhante a um negociante que buscava boas pérolas; e encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.
Igualmente, o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanhou toda espécie de peixes. E, quando cheia, puxaram-na para a praia; e, sentando-se, puseram os bons em cestos; os ruins, porém, lançaram fora.


Parábola do Fermento e do Grão de Mostarda.
Em ambas, o reino dos céus é comparado aos fenômenos do crescimento e da expansão.
O grão de mostarda, tomado como símbolo na primeira, é, de fato, uma semente minúscula; mas, uma vez lançada à terra, auxiliada pela humidade, germina, deita raízes, através das quais assimila os elementos de que necessita; projeta-se então para o ar livre, e já agora, aos bafejas da luz e do calor solar, ramifica-se o seu caule, emite folhas, vai-se desenvolvendo mais e mais, até que reproduz a planta de onde proveio, tornando-se a maior das hortaliças, em cuja ramagem as aves podem pousar e até fazer os seus ninhos.
Assim acontece com a implantação do reino dos céus na alma humana.
Seja por indiferença religiosa, ou outras razões quaisquer, leva algum tempo para que ela adquira condições de receptividade favoráveis a tal evento. Mas, sentido que seja esse avivamento interior, com a assimilação do Evangelho em espírito e verdade, um incoercível impulso de ascensão marca-lhe novos rumos à existência.
Embora presa às inibições do erro e da imperfeição, vislumbra nos altos cimos as esferas resplandecentes e gloriosas onde outras almas, mais evolutidas, gozam a plenitude da felicidade, e essa visão encoraja-a, empolga-a, dando-lhe forças para trabalhar, sem esmorecimento, no próprio crescimento.
O estudo e a pesquisa dilatam-lhe os horizontes de percepção; adquire uma fé viva e inabalável, porque baseada no conhecimento; expande-se sua consciência espiritual; o esforço e a boa vontade levam-na às mais esplêndidas realizações no campo do Bem; e assim, num aperfeiçoamento diuturno, vem a constituir-se um ponto de apoio às outras criaturas, que dela se acercam, sequiosas de ajuda e refrigério para os seus males, como as aves buscam repouso na sombra amena e acolhedora do arvoredo.
Dia virá em que, de expansão em expansão, chegará a igualar-se ao divino modelo, tornando-se, então, uma alma cristianizada.

O fermento, a que se referiu o Mestre na segunda das parábolas em análise, colocado, igualmente, em pequena porção na massa de farinha, faz que, depois de algum tempo, toda ela fique levedada, determinando-lhe o crescimento, sem o que o pão se tornaria pesado, indigesto, e portanto impróprio para o consumo, pelas fermentações e perigosos males que produziria no organismo.
O Entendimento Espiritual, semelhantemente, produz profunda e substancial modificação sobre todos os elementos da alma humana, transformando-os em preciosos fatores da Evolução.
Fá-la compreender que uma estreita solidariedade nos liga uns aos outros, que é ilusório querer-se avançar sozinho, pois o que não beneficia a todos, não beneficia realmente a ninguém.
Sem ele, porém, enceguecida pelos egoísmos pessoais, de classes e de raças, a Humanidade, desvirtuando o uso dos conhecimentos que possui, poderá resvalar para o abismo e para o caos, na mais terrível hecatombe de todos os tempos.
Busquemos, pois, a Sabedoria, porquanto toda ciência é útil, mas busquemos em primeiro lugar aquilo que nos possibilite ajudar e servir ao próximo.
Assim fazendo, estaremos edificando, desde já o reino dos céus em nossas almas.



Mateus, Capítulo 13
31:33: Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou, e semeou no seu campo; o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.



Mateus, Capítulo 13
31:33
Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.

Levedado: crescido

Mateus, Capítulo 13; 45:48
45:48:  Outrossim, o reino dos céus é semelhante a um negociante que buscava boas pérolas; e encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.
  

Mateus, Capítulo 13; 45:48
Igualmente, o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanhou toda espécie de peixes. E, quando cheia, puxaram-na para a praia; e, sentando-se, puseram os bons em cestos; os ruins, porém, lançaram fora.