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quarta-feira, 23 de abril de 2025

Páscoa e a A Última Ceia

  Casa Espírita Missionários da Luz – Juventude > 14 anos – 18/04/2025

Tema: A Última Ceia

Objetivos:

- Conhecer o significado da Páscoa;

- Conhecer os ensinos de Jesus na última ceia com os discípulos;

- Identificar na “ressurreição” de Jesus, a mensagem da Imortalidade.

Bibliografia:

  • O Livro dos Espíritos, perg 625;

  • O Novo Testamento, Ev de João a partir do cap. 13;

  • A Boa Nova, Humberto de Campos /Chico Xavier, Caps 12, 25 à 27.

https://www.youtube.com/watch?v=GJ35s72LFg8

Haroldo Dutra Dias: O Verdadeiro Significado da Páscoa – 9 min

https://youtu.be/ANDKcDFpQJc?si=OBs2I-MG5-3QhlM_

Páscoa – Artur Valadares – 1:05h – explica em detalhes a festa judaica, o símbolo do cordeiro, a praga do filho mais velho, o êxodo do Egito, e a ressignificação espiritual trazida por Jesus. Conclui com belíssima reflexão, sobre o aprendizado da renúncia, do desapego, passando de atos exteriores (doações), por doação do tempo, chegando à “morte” do vício para o nascimento da virtude (a terra prometida).

Material: LE, Novo Testamento (Ev de João); trechos do Ev.João em papel para o trabalho em grupos.

1. Hora da novidade, exercícios de respiração profunda, e prece inicial

2. Motivação inicial:

Como o encontro é na sexta-feira da Paixão, perguntar quem sabe o significado do feriado e da Páscoa.

A Páscoa era uma festa do judaísmo. Era a celebração da libertação do povo hebreu do Egito. Símbolo de religiosidade; sentimentos; experiência religiosa individual; como cada um vive sua experiência religiosa, sua conexão com Deus.

O povo hebreu estava escravo há 400 anos no Egito. Veio o anjo da morte que levava todos os primogênitos das famílias, mas nas casas com a marca do sangue do cordeiro, o anjo da morte pularia. A palavra páscoa vem da palavra “panser“ em hebraico, que significa “pulo”; é o pulo do anjo das casas que tinham essa marca e formam poupadas de perder o filho mais velho.

Conforme o relato de Artur Valadares em sua palestra, na véspera da fuga para o Egito, eles sacrificavam um cordeiro e colocavam o sangue na porta.

Essa tradição seguiu com o povo após a fuga do Egito. O cordeiro ficava uma semana com a família, convivendo com eles, brincando com as crianças. E no entardecer da ceia da Páscoa, o cordeiro era sacrificado trazendo dor a todos da família que tinham se afeiçoado ao animalzinho. É uma simbologia. Se alimentar do cordeiro da Páscoa precisava ser uma experiência de dor; da perda de alguém amado. Significava uma libertação espiritual, mas de desilusão porque toda libertação traz uma desilusão. Por isso, o choque emocional do cordeiro ser sacrificado.

E Jesus era do povo hebreu e revive essa tradição do judaísmo, dando um novo significado.

Tudo na vida de Jesus, em sua doutrina, em sua conduta perante os outros, é um exemplo, uma lição para nós.

E assim como a Páscoa tinha o símbolo do cordeirinho que era amado e tinha que ser sacrificado, Jesus escolheu essa época, a festa da Páscoa para seu retorno ao mundo espiritual.

==> Assim, como o cordeirinho na tradição judaica, Ele convive por três anos com seus discípulos, cura cegos, paralíticos, mora na casa de Simão Pedro, pesca com eles, convive diariamente com eles; e ao fim de três anos, na comemoração dessa festa judaica, Ele se despede dos discípulos.

Sua morte precisava ser pública, no alto de um monte, nessa época em que a cidade estava repleta de peregrinos por conta da festa da Páscoa, para que todos pudessem saber da gloriosa manhã da ressurreição naquele domingo, quando ressurgindo em Espírito, comprovou a imortalidade da alma!

E é muito lindo, vermos o relato dessa última noite de Jesus com seus discípulos, com os apóstolos, que somente o evangelista João registrou em seu evangelho, a partir do cap.13.

3. Discussão do tema em 3 grupos, ficando cada um, com trechos do Evangelho de João para ler e tentar entender o contexto, os fatos, os ensinos.

Grupo 1: João, Cap 13 – Jesus faz o lava-pés, fala que os deixaria, e fala da traição de Judas.

Grupo 2: João, Caps 14 e 15 - Após a última ceia com os discípulos, Jesus fala que partiria, que enviaria o Consolador prometido e fala da amizade.

Grupo 3: João, Caps 16 e 17 - Continuação da fala de Jesus com os discípulos após a última ceia, quando já havia dito que partiria. Jesus fala das perseguições aos discípulos, do Consolador que Ele enviaria, e faz uma prece pelos discípulos.

4. Apresentação dos grupos, complementando com o cenário, as explicações do livro Boa Nova:

- Jesus sabia que eram os últimos momentos com os discípulos; sabia de tudo o que eles haveriam de passar após a partida de Jesus; sabia da traição de Judas, da negação de Pedro, que estaria sozinho na prisão e morte. Demonstra a renúncia das glórias do mundo, pela vitória na soledade com Deus (o testemunho).

- Dá os últimos ensinamentos: humildade (o lava-pés; a honra de servir); promete a vinda do Consolador; fala que os acompanharia do Plano Espiritual (não os deixarei órfãos); fala da amizade (o maior amor); dá um novo mandamento: que se amassem como Jesus os amou; faz uma belíssima oração pelos discípulos daquela hora e dos que haveriam de vir no futuro.

- Depois desses últimos momentos com os 11 discípulos, Jesus é preso, levado aos fariseus, a Pilatos, ao rei Herodes, de volta a Pilatos quando é condenado à morte pela crucificação.

E no domingo, Jesus reaparece, comprovando a imortalidade da alma.

5. Conclusão

Voltando ao simbolismo da Páscoa para os judeus, naquela comemoração com os discípulos na última ceia, Jesus prometeu que do Plano Espiritual estaria junto, amparando-os em todas as atividades, que estaria de lá comandando a expansão do cristianismo. A vida não cessa no túmulo. Toda vez que se sentissem solitários, com falta de presença de Jesus, que se reunissem e celebrassem a páscoa em sua memória, de sua amizade, do seu amor e da libertação de que é mensageiro. Veio libertar o homem da escravidão da matéria, dos sentidos. Veio trazer o amor incondicional, portanto, que liberta. Pra celebrar a imortalidade da alma. Isso é a pascoa para o cristianismo.

Então, que nesse domingo de Páscoa, nos reunamos em família e nos lembremos de Jesus, de seu Amor por nós, da sua mensagem libertadora.

5. Comentários do livro Céu Azul – devido ao feriado, não avançar na discussão do livro.

6. Prece Final e passes coletivos

7. Avaliação:

Encontro com 12 jovens, sendo 5 da Pré, pois juntamos turmas devido ao feriado da Sexta-feira Santa. Fizemos 3 grupos e foi bem boa a participação deles, lendo os versículos do Ev. de João e comentando. Só usamos os trechos do EV de João mesmo.

8. Anexos:

Relato da última ceia está em Mateus cap 26, Marcos cap 14, e em Lucas.

Lucas, Cap. 22

1 Estava, pois, perto a festa dos pães ázimos, chamada a páscoa.

14 E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos.

15E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça;

16 Porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus.

17 E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós;

18 Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus.

19 E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.

20 Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.

21 Mas eis que a mão do que me trai está comigo à mesa.

22 E, na verdade, o Filho do homem vai segundo o que está determinado; mas ai daquele homem por quem é traído!

Textos para os grupos:

Grupo 1

João 13 – Jesus faz o lava-pés, fala que os deixaria, e fala da traição de Judas

1 Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora, hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.

2 Foi durante a ceia. O diabo já tinha seduzido Judas Iscariotes para entregar Jesus.

3 Sabendo que o Pai tinha posto tudo em suas mãos e que de junto de Deus saíra e para Deus voltava,

4 Jesus levantou-se da ceia, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a à cintura.

5 Derramou água numa bacia, pôs-se a lavar os pés dos discípulos e enxugava-os com a toalha que trazia à cintura.

6 Chegou assim a Simão Pedro. Este disse: “Senhor, tu vais lavar-me os pés?”

7 Jesus respondeu: “Agora não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”.

8 Pedro disse: “Tu não me lavarás os pés nunca!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”.

9 Simão Pedro disse: “Senhor, então lava-me não só os pés, mas também as mãos e a cabeça”. 10 Jesus respondeu: “Quem tomou banho não precisa lavar senão os pés, pois está inteiramente limpo. Vós também estais limpos, mas não todos”.

11 Ele já sabia quem o iria entregar. Por isso disse: “Não estais todos limpos”.

12 Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e voltou ao seu lugar. Disse aos discípulos: “Entendeis o que eu vos fiz?

13 Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou.

14 Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros.

15 Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.

16 Em verdade, em verdade, vos digo: o servo não é maior do que seu senhor, e o enviado não é maior do que aquele que o enviou.

17 Já que sabeis disso, sereis felizes se o puserdes em prática.

21 Tendo Jesus dito isto, turbou-se em espírito, e afirmou, dizendo: Na verdade, na verdade vos digo que um de vós me há de trair.

=== Judas sai e Jesus fica com os outros 11 discípulos ===

33 Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco. Vós me buscareis, mas, como tenho dito aos judeus: Para onde eu vou não podeis vós ir; eu vo-lo digo também agora.

34 Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.

35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

36 Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, para onde vais? Jesus lhe respondeu: Para onde eu vou não podes agora seguir-me, mas depois me seguirás.

37 Disse-lhe Pedro: Senhor, por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a minha vida.

38 Respondeu-lhe Jesus: Tu darás a tua vida por mim? Na verdade, na verdade te digo que não cantará o galo enquanto não me tiveres negado três vezes.

Grupo 2: Após a última ceia com os discípulos...

João 14 – Jesus fala que partiria e que enviaria o Consolador prometido

1 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.

2 Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.

6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

12 Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.

13 E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.

14 Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.

15 Se me amais, guardai os meus mandamentos.

16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;

17 O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.

18 Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.

27 Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.

==> e eles saem da sala onde fizeram a ceia <==

João 15

Jesus continua os últimos ensinamentos, fala da amizade e volta a falar do Consolador:

7 Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.

8 Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.

9 Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.

10 Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.

12 O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.

13 Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.

14 Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.

15 Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.

16 Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.

17 Isto vos mando: Que vos ameis uns aos outros.

20 Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa.

26 Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.

Grupo 3: Continuação da fala de Jesus com os discípulos após a última ceia, quando já havia dito que partiria...

João 16 – Jesus fala das perseguições aos discípulos, do Consolador que Ele enviaria

1 Tenho-vos dito estas coisas para que vos não escandalizeis.

2 Expulsar-vos-ão das sinagogas; vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus.

3 E isto vos farão, porque não conheceram ao Pai nem a mim.

4 Mas tenho-vos dito isto, a fim de que, quando chegar aquela hora, vos lembreis de que já vo-lo tinha dito. E eu não vos disse isto desde o princípio, porque estava convosco.

5 E agora vou para aquele que me enviou..

7 Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei.

12 Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora.

13 Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir

20 Na verdade, na verdade vos digo que vós chorareis e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria.

21 A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo.

22 Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará.

28 Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai.

32 Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos cada um para sua parte, e me deixareis só; mas não estou só, porque o Pai está comigo.

33 Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.

João 17 - Jesus ora pelos discípulos

1 Jesus falou assim e, levantou seus olhos ao céu, e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti;

4 Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.

5 E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.

6 Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra.

7 Agora já têm conhecido que tudo quanto me deste provém de ti;

8 Porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti, e creram que me enviaste.

9 Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus.

11 E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós.

15 Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.

16 Não são do mundo, como eu do mundo não sou.

17 Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.

18 Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.

19 E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade.

20 E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim;

21 Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.





segunda-feira, 10 de abril de 2023

Última Ceia - O Lava-Pés – Lição de Humildade

 Casa Espírita Missionários da Luz – Mocidade > 14 anos – 07/04/2023

Tema: Última Ceia - O Lava-Pés – Lição de Humildade

Objetivos:

  • Conhecer os fatos narrados pelos evangelistas da Última Ceia de Jesus com seus discípulos;

  • Identificar a lição do Lava-Pés como exemplo de Humildade;

  • Reconhecer no serviço ao próximo, a grandeza moral;

  • Refletir sobre oportunidades de serviço ao próximo em nosso cotidiano.

Bibliografia:

Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. VII, itens 3 à 6 (Aquele que se Eleva Será Rebaixado);

NT, João, 13:1-20;

Boa Nova, Chico Xavier/Humberto de Campos - “A Última Ceia”.

Material: 2 jarras, 2 bacias com água; 2 toalhas de rosto. Música suave.

O evangelizador deve chegar cedo, e levar duas jarras plásticas cheias de água e esconder na sala, junto com as bacias e as toalhas.

Desenvolvimento:

  1. Hora da Novidade.

  2. Exercícios de respiração profunda e pausada e prece inicial.

  1. Sensibilização

Pedir que os jovens se sentem em círculo com alguma distância entre as cadeiras. Dizer que realizaremos uma atividade em silêncio. É uma atividade de seriedade e reflexão íntima, então pedimos que fiquem em silêncio e observem.

Depois teremos tempo para os comentários.

Colocar uma música suave.

Pedir que tirem os calçados e meias, deixando-os atrás das cadeiras.

Colocar as bacias aos pés de dois jovens que estejam lado-a-lado, uma na frente de cada um. Encher de água.

Os dois evangelizadores devem, cada um, se ajoelhar e lavar os pés do jovem cuja bacia está a sua frente, massageando suavemente. Depois enxugá-los, colocar a bacia na frente do colega do lado e pedir que o jovem que teve os pés lavados, faça o mesmo para o seu colega. (uma bacia segue pela esquerda, outra pela direita).

Repetir esse procedimento até que todos tenham tido os pés lavados.

Obs.:Caso alguém fique sem lavar os pés de alguém, não tem problema. Deixar assim mesmo. Mas todos deverão ter os pés lavados.

  1. Conversar com eles sobre a experiência:

- Como foi ter os pés lavados por outra pessoa? Quais sentimentos percebeu em você?

- Como foi lavar os pés de outra pessoa? Quais sentimentos percebeu em você?

- E os que não lavaram os pés de ninguém, como se sentiram? (se algum jovem ficou sem lavar)

==> foco: vergonha, constrangimento

- É vergonhoso lavar os pés de alguém? Porque será que sentimos vergonha, constrangimento?

Vocês sabiam que Jesus lavou os pés de seus discípulos há 2 mil anos?

Sim. Estavam juntos, numa noite de quinta-feira, na noite em que Jesus foi preso. Jesus lavou os pés de seus discípulos na última ceia que teve com eles. E na sexta seguinte, Ele foi crucificado.

E hoje, sexta-feira santa, o mundo cristão lembra essa data como a ‘paixão de Cristo’.Ler o texto de João que relata a cena do Lava-Pés.

Antes da leitura, dar o contexto:  

Jesus estava com os discípulos e sabia que seria a última ceia junto deles. 

Era a ceia da Páscoa. Jesus quis fazer com que aquela noite, 

 preparando-os para as lutas que viriam após a volta de Jesus ao plano espiritual.


 João, 13:1-20

1 Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora, hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. 2 Foi durante a ceia. O diabo já tinha seduzido Judas Iscariotes para entregar Jesus. 3 Sabendo que o Pai tinha posto tudo em suas mãos e que de junto de Deus saíra e para Deus voltava, 4 Jesus levantou-se da ceia, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a à cintura. 5 Derramou água numa bacia, pôs-se a lavar os pés dos discípulos e enxugava-os com a toalha que trazia à cintura. 6 Chegou assim a Simão Pedro. Este disse: “Senhor, tu vais lavar-me os pés?” 7 Jesus respondeu: “Agora não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”. 8 Pedro disse: “Tu não me lavarás os pés nunca!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”. 9 Simão Pedro disse: “Senhor, então lava-me não só os pés, mas também as mãos e a cabeça”. 10 Jesus respondeu: “Quem tomou banho não precisa lavar senão os pés, pois está inteiramente limpo. Vós também estais limpos, mas não todos”. 11 Ele já sabia quem o iria entregar. Por isso disse: “Não estais todos limpos”. 12 Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e voltou ao seu lugar. Disse aos discípulos: “Entendeis o que eu vos fiz? 13 Vós me chamais de Mestre e Senhor; e dizeis bem, porque sou. 14 Se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros. 15 Dei-vos o exemplo, para que façais assim como eu fiz para vós. 16 Em verdade, em verdade, vos digo: o servo não é maior do que seu senhor, e o enviado não é maior do que aquele que o enviou. 17 Já que sabeis disso, sereis felizes se o puserdes em prática. (ler só até aqui)

18 Eu não falo de todos vós. Eu conheço aqueles que escolhi. Mas é preciso que se cumpra o que está na Escritura: ‘Aquele que come do meu pão levantou contra mim o calcanhar’. 19 Desde já, antes que aconteça, eu vo-lo digo, para que, quando acontecer, acrediteis que eu sou. 20 Em verdade, em verdade, vos digo: quem recebe aquele que eu enviar, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou”.

  1. Dialogar com os jovens:

- O que aconteceu nessa cena? Porque será que Jesus achou necessário deixar esse 

ensinamento aos discípulos?


==> os discípulos não tinham ideia exata da mensagem de Jesus. Vemos registros nos

 Evangelhos, onde eles falavam das glórias no mundo, de quem seria o maior no reino de

 Deus… Como era o último momento com eles, Jesus deu-lhes a lição da humildade: Dei-

vos o exemplo, para que façais assim como eu fiz para vós.

==> quantos exemplos temos sobre a humildade nos Evangelhos! Falou na parábola dos

 primeiros lugares, falou no caso de Salomé, esposa de Zebedeu, pedindo lugar especial

 para seus dois filhos João e Tiago...

E mesmo convivendo com Jesus, os discípulos ainda tinham uma visão muito material do

 reino ao qual Jesus se referia...


  1. Encaminhar ao final, com as reflexões trazidas ao cotidiano deles:

- É fácil ter essa postura de humildade e de serviço ao próximo? Por que não?

- Devemos buscar essa postura? Por quê? Vocês realmente acreditam nisso?

- O que ganhamos com essa postura?

==> a paz de espírito e a liberdade com relação aos eventos e fatos externos a nós.

 Quando servimos aos nossos semelhantes, sem desejo de ser o maior, de “vencer na

 vida”, de se dar bem, as vitórias vem naturalmente, dentro de nosso merecimento e

 dedicação, sem disputas nem decepções.

Por que sentimos vergonha? ==> porque nos achamos melhor do que os outros! É o

 orgulho!

Por que nos decepcionamos? Porque esperamos demais de nós próprios e dos outros!

A mensagem de Jesus é uma mensagem libertadora, que nos traz felicidade!


  1. Exercícios de respiração pausada e profunda, prece final e passes.

  1. Avaliação:

Encontro na sexta-feira santa, para 10 jovens. A atividade do lava-pés foi realizada por todos, e ficaram em silêncio até todos terem vivenciado

Comentaram que foi estranho ter os pés lavados, mas foi bom terem lavado os pés do colega.

Li o texto de João, e fui trazendo as reflexões. De modo geral, ficaram mais quietos ouvindo, com poucas questões. Interpretaram o ensino de Jesus como sendo de doação aos discípulos e de humildade.

  1. Anexos

Texto extraído de Boa Nova – Humberto de Campos/Chico Xavier – A Última Ceia

1– Amados – disse Jesus, com emoção – está muito próximo o nosso último instante de trabalho em conjunto e quero reiterar-vos as minhas recomendações de amor, feitas desde o primeiro dia do apostolado. Este pão significa o do banquete do Evangelho, este vinho é o sinal do espírito renovador dos meus ensinamentos. Constituirão o símbolo de nossa comunhão perene, no sagrado idealismo do amor, com que operaremos no mundo até o último dia. Todos os que partilharem conosco, através do tempo, desse pão eterno e desse vinho sagrado da alma, terão o espírito fecundado pela luz gloriosa do Reino de Deus que representa o objetivo santo dos nossos destinos.

2 Imenso é o trabalho da redenção, mesmo porque tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; mas, o Reino nos espera com sua eternidade luminosa!...

Altamente tocados pelas suas exortações solenes, porém, maravilhados ainda mais com as promessas daquele reinado venturoso e sem fim, que ainda não podiam compreender claramente, a maioria dos discípulos começou a discutir as aspirações e conquistas do futuro.

3 - Enquanto Jesus se entretinha com João, em observações afetuosas, os filhos de Alfeu examinavam com Tiago as possíveis realizações dos tempos vindouros, antecipando opiniões sobre qual dos companheiros poderia ser o maior de todos, quando chegasse o Reino com as suas inauditas grandiosidades.

4- Felipe afirmava a Simão Pedro que, depois do triunfo, todos deveriam entrar em Nazaré para revelar aos doutores e aos ricos da cidade a sua superioridade espiritual.

5 -Levi dirigia-se a Tomé e lhe fazia sentir que, verificada a vitória, se lhes constituía uma obrigação a marcha para o Templo ilustre, onde exigiriam seus poderes supremos.

6 - Tadeu esclarecia que o seu intento era dominar os mais fortes e impenitentes do mundo, para que aceitassem, de qualquer modo, a lição de Jesus.

7 - O Mestre interrompera a sua palestra íntima com João, e os observava. As discussões iam acirradas. As palavras “maior de todos” soavam insistentemente aos seus ouvidos. Parecia que os componentes do sagrado colégio estavam na véspera da divisão de uma conquista material e, como os triunfadores do mundo, cada qual desejava a maior parte da presa.

8 - Nesse instante, os apóstolos observaram que ele se erguia.

Com espanto de todos, despiu a túnica singela e cingiu-se com uma toalha em torno dos rins, à moda dos escravos mais íntimos, a serviço dos seus senhores. E, como se fossem dispensáveis as palavras naquela hora decisiva de exemplificação, tomou de um vaso de água perfumada e, ajoelhando-se, começou a lavar os pés dos discípulos. Ante o protesto geral em face daquele ato de suprema humildade, Jesus repetiu o seu imorredouro ensinamento: 

9 - Vós me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, porque eu o sou. Se eu, Senhor e Mestre, vos lavo os pés, deveis igualmente lavar os pés uns dos outros no caminho da vida porque no Reino do Bem e da Verdade o maior será sempre aquele que se fez sinceramente o menor de todos.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

A última ceia e a negação de Pedro


Casa Espírita Missionários da Luz – Mocidade - > 12 anos – 30/03/2018

Tema: A última ceia e a negação de Pedro

Objetivos:
- Esclarecer o significado da Páscoa para o cristianismo;
- Relatar os fatos narrados pelos evangelistas, passados na última noite de Jesus com os discípulos;
- Levar o jovem a refletir sobre a grandeza de Jesus;
- Levar o jovem a perceber o quanto conhecemos pouco de nós mesmos.

Bibliografia:
NT, Mateus, 26:31-35; 50-58; 69-75;
Vida, Desafios e Soluções, Cap. 8 Audespertamento inadiável, Joanna de Ângelis/Divaldo Franco;
- Espelhos da Alma – Uma Jornada Terapêutica, págs 138 e 139;
https://www.youtube.com/watch?v=5N_zzANMk9s – Haroldo Dutra Dias e a Páscoa (9 minutos)

Material: vídeo sobre a Páscoa; notebook, caixa de som.

Desenvolvimento:
1.    Novidades da semana, exercício de respiração profunda e prece inicial
2.    Como estamos na semana santa, perguntar aos jovens, o que eles sabem desse assunto. Fazer discussão dois a dois por 2 min e depois pedir que cada dupla se coloque.

Após, colocar o vídeo do Haroldo Dutra Dias, falando do significado da Páscoa (9 minutos).
èpedir que digam o que entenderam da explicação do Haroldo, sobre a Páscoa.

3.    Vamos então, ler o texto de Mateus, que relata esse momento de muito significado, de Jesus e seus discípulos, no último encontro antes da prisão e crucificação:

Mateus, cap. 26:31-35
Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis de mim; pois está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão. Todavia, depois que eu ressurgir, irei adiante de vós para a Galiléia.
Mas Pedro, respondendo, disse-lhe: Ainda que todos se escandalizem de ti, eu nunca me escandalizarei.
Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que esta noite, antes que o galo cante três vezes me negarás.
Respondeu-lhe Pedro: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo algum te negarei. E o mesmo disseram todos os discípulos.
            (ler com entonação!)

4.    Dialogar com os jovens:
      O que aconteceu nessa cena? Vocês conseguem imaginar como foi?
      - Jesus sabia o que iria acontecer?
      - como Jesus sabia o que iria acontecer?
- como será que os discípulos se sentiam até então? Que ideia faziam do futuro de curto prazo?

5.    Cochicho 2 a 2: porque será que Pedro ficou indignado com a predição de Jesus sobre os discípulos?
èJesus ficava na casa de Pedro em Cafarnaum. Eles tinham convívio direto com Jesus, em casa! Para Pedro, deve ter sido uma ofensa Jesus ter dito que ele, Pedro, o negaria! E no entanto, tudo ocorreu exatamente como Jesus previra.
Como será que Pedro se sentiu?

6.    Vamos ver os trechos que falam da prisão de Jesus, naquela mesma noite:

Mateus, cap. 26:50-58
Nisto, aproximando-se eles, lançaram mão de Jesus, e o prenderam.

E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou da espada e, ferindo o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe uma orelha.
Então Jesus lhe disse: Mete a tua espada no seu lugar; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.
Ou pensas tu que eu não poderia rogar a meu Pai, e que ele não me mandaria agora mesmo mais de doze legiões de anjos?
Mas tudo isso aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas. Então todos os discípulos, deixando-o fugiram. (...)
E Pedro o seguia de longe até o pátio do sumo sacerdote; e entrando, sentou-se entre os guardas, para ver o fim.

O evangelho de João, Cap.18 fala que foi Pedro quem cortou a orelha do soldado:

10 Então Simão Pedro, que tinha uma espada, desembainhou-a e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco.
11 Disse, pois, Jesus a Pedro: Mete a tua espada na bainha; não hei de beber o cálice que o Pai me deu?

E em Lucas, cap. 22, diz que Jesus curou a orelha decepada do soldado:

50 Então um deles feriu o servo do sumo sacerdote, e cortou-lhe a orelha direita.
51 Mas Jesus disse: Deixei-os; basta. E tocando-lhe a orelha, o curou.

Que coisas extraordinárias Jesus fez durante os 3 anos em que conviveu com os discípulos?
- curou, expulsou obsessores, levantou alguns que pareciam mortos. E nas curas, muitas foram de efeitos físicos! Mãos secas que voltavam à vida, olhos cegos que voltavam a ver... Os discípulos, por certo, achavam que nada de ruim aconteceria com Ele pois tantos poderes Ele tinha!

E como diz Mateus, Jesus disse que poderia chamar legiões de anjos para o salvar...

A cura da orelha decepada foi o último fato extraordinário que Jesus fez! Por que será? Por que Jesus se deixou prender e matar?
- porque Jesus veio para nos mostrar o caminho a ser seguido! Sabia que no contexto social em que nasceu, seria eliminado pelos poderes temporais da época! Ele veio para morrer e voltar da morte, iniciando a era da imortalidade entre os homens!

E os discípulos fugiram de medo, como Jesus previra. Vamos ao texto de Mateus:

Mateus, cap. 26:69-75
Ora, Pedro estava sentado fora, no pátio; e aproximou-se dele uma criada, que disse: Tu também estavas com Jesus, o galileu.
Mas ele negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes.
E saindo ele para o vestíbulo, outra criada o viu, e disse aos que ali estavam: Este também estava com Jesus, o nazareno.
E ele negou outra vez, e com juramento: Não conheço tal homem.
E daí a pouco, aproximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Certamente tu também és um deles pois a tua fala te denuncia.
Então começou ele a praguejar e a jurar, dizendo: Não conheço esse homem. E imediatamente o galo cantou.
E Pedro lembrou-se do que dissera Jesus: Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali, chorou amargamente.

èimaginem como deve ter sido doído para Pedro, cair em si, percebendo que de fato, negara Jesus por 3 vezes! E ele amava tanto a Jesus! Ficou ofendido quando Jesus disse que Pedro o negaria!

Porque Pedro negou quando foi reconhecido pelo povo como sendo um dos discípulos?
èmedo! Negou instintivamente, sem pensar! Foi o inconsciente quem assumiu o comando naquele momento de tanta tensão emocional!

Ele sabia que o medo de ser ferido, morto, era maior que o amor dele por Jesus?
ènão. O que podemos concluir com essa reação instintiva de Pedro?
      èque assim como ele, que não era um Espírito qualquer pois nasceu com a missão de ser apóstolo de Jesus, nós também não nos conhecemos totalmente! Há muito em nós que não conhecemos. E esse mundo de emoções e sentimentos que existem em nós e que desconhecemos, nos toma por impulso em muitas situações e nem nos damos conta. Foi o que aconteceu com Pedro. E ele só percebeu, quando o galo cantou e o fez lembrar da predição de Jesus sobre a negação de Pedro.

7.    Encaminhar ao final, com as reflexões trazidas ao cotidiano deles:
- o que será que precisamos para nos apercebermos de nosso mundo íntimo e desconhecido? Qual será para nós, o canto do galo?

è procurar analisar o sentimento por trás das nossas reações;
èbuscar perceber aquilo que de forma muito veemente combatemos, pois pode ser um mecanismo de fuga (medo de saberem que nós somos/temos aquilo que combatemos tanto);
èanalisar as características que mais detestamos nos outros; o que mais nos incomoda nos outros (pode ser espelho de nós mesmos! Nos incomodamos pois vemos refletido no outro o que somos!))

Busquemos o autoconhecimento, para que nas horas de dificuldades, possamos ter domínio de nossas ações; possamos agir e não reagir!

8.    Prece final
9.    Avaliação
Aula para 6 jovens. Aula na sexta feita santa. Não foi feito o cochicho, mas sim a conversação direta. Participaram com interesse.