Casa Espírita Missionários da Luz
Juventude2: > de 15 anos
Tema: Justiça Divina Em 30/10/2026
Objetivos:
- Refletir sobre a Justiça e Bondade de Deus segundo a DE;
- Perceber que todos os homens possuem o sentimento de justiça e que o progresso moral desenvolve esse sentimento;
- Entender justiça como cada um respeitar os direitos dos demais;
- Refletir sobre a base da justiça, segundo a lei natural, conforme o ensino de Jesus: Queira cada um para os outros o que quereria para si mesmo."
Bibliografia:
- O Livro dos Espíritos – 1ª parte, perg 13 (atributos de Deus); 2ª parte (Justiça da reencarnação), perg. 171; 3ª parte, Cap. XI – Da Lei de Justiça, pergs 873, 875 e 876, 886 e 887;
- Ev.Seg.Espiritismo, Cap. V item ‘Justiça das Aflições’ nr 3 e 12; Cap. XII ‘Amai os Vossos Inimigos’, itens 1 à 4 e 8;
- A Gênese, Cap II ‘Deus’, item ‘Da Natureza Divina’, itens 8,14 e 19.
Material: LE, ESE e A Gênese.
https://sorteio.com/sorteio-de-nomes
Procedimentos:
1. Dar as boas ao grupo, deixando que comentem as novidades da semana.
2. Exercício de respiração profunda e lenta, e prece inicial.
3. Sensibilização:
Iniciar falando que hoje estudaremos a lei de Justiça. Uma lei natural; a última das leis morais que Kardec colocou na 3ª parte de OLE.
Para falar de justiça, vamos começar falando da injustiça!
- Propor uma cochicho 2-a-2: Na dupla, um por vez, conta alguma situação em que se sentiu injustiçado. (5 min)
Depois de todos terem se colocado nas duplas, pedir que escolham uma das duas situações relatadas para trazer ao grupão.
- Cada dupla deve então relatar a situação escolhida ao grupão.
-Depois dos relatos, o grupo deve escolher a situação que achou mais injusta.
- Pedir, então, que outros jovens, que não são da dupla que trouxe o caso, digam como seria essa situação, se fosse feito justiça? Como teria se passado nesse caso? (se necessário, escreva os nomes dos personagens do caso relatado, procurando ver com a turma, a posição, a ótica de cada um dos personagens no caso relatado). (O objetivo é demonstrar que sempre existem diversas formas de se avaliar uma mesma situação; que cada pessoa tem um ponto de vista diferente).
4. Desenvolvimento
Vamos ver como podemos refletir sobre essa questão da justiça segundo a visão espírita.
- Pedir que um jovem leia a perg 13 de OLE:
Quando dizemos que Deus é eterno, infinito, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom, temos ideia completa de seus atributos?
“Do vosso ponto de vista, sim, porque credes abranger tudo. Sabei, porém, que há coisas que estão acima da inteligência do homem mais inteligente, as quais a vossa linguagem, restrita às vossas ideias e sensações, não tem meios de exprimir. A razão, com efeito, vos diz que Deus deve possuir em grau supremo essas perfeições, porquanto, se uma lhe faltasse, ou não fosse infinita, já ele não seria superior a tudo, não seria, por conseguinte, Deus. Para estar acima de todas as coisas, Deus tem que se achar isento de qualquer vicissitude e de qualquer das imperfeições que a imaginação possa conceber.”
==> escrever no quadro: soberanamente justo e bom
==> vamos rever a pergunta de Kardec: pedir que leia novamente só a pergunta.
==> o que é soberanamente?
O dicionário diz:
O advérbio soberanamente significa de maneira soberana, com poder supremo, majestade, independência ou em grau máximo.
- É interessante que esse advérbio só foi colocado para a justiça e bondade de Deus.
- E também, que esses dois atributos de Deus estão juntos: soberanamente justo e bom
- Pedir que o jovem leia o último comentário de Kardec a essa resposta dos Espíritos:
“É soberanamente justo e bom. A sabedoria providencial das leis divinas se revela, assim nas mais pequeninas coisas como nas maiores, e essa sabedoria não permite se duvide nem da justiça nem da bondade de Deus.”
E no último livro de Kardec, A Gênese, ele voltou a tratar essa questão dos atributos de Deus.
No Cap. II “Deus”, Kardec fez algumas reflexões, no item 8 (Natureza Divina):
“Não é dado ao homem sondar a natureza íntima de Deus. Para compreendê-lo, ainda nos falta o sentido próprio, que só se adquire por meio da completa depuração do Espírito ”
==> ainda não temos condições de entender a natureza íntima de Deus. Nos falta um sentido. Quando formos anjos, compreendermos Deus!
O homem “pode, pelo raciocínio, chegar a conhecer-lhe os atributos necessários, porquanto, vendo o que ele absolutamente não pode ser, sem deixar de ser Deus, deduz daí o que ele deve ser.”
==> Kardec fala que pela lógica, pelo raciocínio, por exclusão, ou seja, percebendo o que Deus não pode ser, concluímos o que Ele deve ser!
==> E na sequência, Kardec trata dos atributos de Deus que vimos no LE. No item 14 de A Gênese, Kardec trata do atributo soberanamente justo e bom.
==> pedir que outro jovem leia a última frase do item 14 do Cap.II:
“A soberana bondade implica a soberana justiça, porquanto, se ele procedesse injustamente ou com parcialidade numa só circunstância que fosse, ou com relação a uma só de suas criaturas, já não seria soberanamente justo e, em consequência, já não seria soberanamente bom.” (A Gênese, Cap. II, item 14)
- Faz sentido?
Deus é soberanamente justo e bom! Estão o que vemos como injustiça, sendo Deus soberanamente justo e bom, não pode ser injustiça, do ponto de vista das leis de Deus, certo?
==> podemos ser injustiçados na encarnação atual, mas não, na nossa caminhada evolutiva pelas diversas encarnações.
==> O que acontece se a pessoa for boa mas não for justa? ==> vai ser parcial com alguns...
==> E se a pessoa for justa mas não tiver bondade? ==> vai ser “justiceira”.
- Pedir que o jovem leia o comentário de Kardec na perg 886 de o LE:
886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus?
“Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.”
“O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejaríamos nos fosse feito. Tal o sentido destas palavras de Jesus: Amai-vos uns aos outros como irmãos.”
==> é o BIP, que vimos na semana passada, como complemento da lei de justiça!
5. Fixação do conteúdo
==> propor o jogo de perguntas e respostas, por sorteio:
https://sorteio.com/sorteio-de-nomes – coloque todos os nomes, um em cada linha, e no campo “Nr de ganhadores”, coloque o total de jovens a serem sorteados.
Clique em “Sortear” e já aparece a ordem em que responderão as perguntas.
a) O que é justiça?
- depois de ouvir a resposta do 1º jovem sorteado, ler a definição do dicionário:
Ação de reconhecer os direitos de alguém a alguma coisa, de atender às suas reclamações, às suas queixas. (Dicionário Michaelus)
- E no LE, temos essa resposta na perg. 875. ==> pedir ao jovem que foi sorteado para ler:
“A justiça consiste em cada um respeitar os direitos dos demais.”
b) — Que é o que determina esses direitos? “Duas coisas: a lei humana e a lei natural.’
“Nem sempre, pois, é acorde com a justiça o direito que os homens prescrevem. Demais, este direito regula apenas algumas relações sociais, quando é certo que, na vida particular, há uma imensidade de atos unicamente da alçada do tribunal da consciência.” – LE perg.875
c) Para o 2º jovem sorteado: Vemos que existe o conceito segundo nossas leis civis, e outro segundo a lei de Deus. Nos dê um exemplo de lei civil que determina um direito que não é de acordo com a lei de Deus.
==> Para complementar a resposta dada: pena de morte, eutanásia, por exemplo. Ilegais perante a lei de Deus, mas legais em alguns países.
d) Vemos na resposta da perg. 875, que a justiça humana só se aplica às questões sociais, mas há outras questões que são relativas ao campo mental das pessoas, e podem estar indo contra as leis de Deus; que podem não respeitar o direito dos outros.
Nos dê um exemplo dessa situação.
==> a mentira, por exemplo: ninguém vai preso por mentir (salvo casos que envolvem crimes catalogados na lei) mas quantos males não são derivados da mentira?
e) Qual o ensino de Jesus com relação à verdadeira justiça?
- depois da resposta, pedir que o jovem da vez leia a resposta da pergunta 876 de O Livro dos Espíritos:
“Disse o Cristo: Queira cada um para os outros o que quereria para si mesmo. No coração do homem imprimiu Deus a regra da verdadeira justiça, fazendo que cada um deseje ver respeitados os seus direitos. Na incerteza de como deva proceder com o seu semelhante, em dada circunstância, trate o homem de saber como quereria que com ele procedessem, em circunstância idêntica. Guia mais seguro do que a própria consciência não lhe podia Deus haver dado.”
A.K.: Efetivamente, o critério da verdadeira justiça está em querer cada um para os outros o que para si mesmo quereria e não em querer para si o que quereria para os outros, o que absolutamente não é a mesma coisa. Não sendo natural que haja quem deseje o mal para si, desde que cada um tome por modelo o seu desejo pessoal, é evidente que nunca ninguém desejará para o seu semelhante senão o bem. Em todos os tempos e sob o império de todas as crenças, sempre o homem se esforçou para que prevalecesse o seu direito pessoal. A sublimidade da religião cristã está em que ela tomou o direito pessoal por base do direito do próximo.
f) O LE, na resposta à perg. 873, temos: “É fora de dúvida que o progresso moral desenvolve esse sentimento” (aqui a resposta fala do sentimento da justiça). Como podemos comprovar que o progresso moral desenvolve o senso de justiça?
==> pelo abrandamento do rigor das leis das sociedades. Vemos na história como era a justiça dos povos bárbaros, e verificamos que hoje nossas leis são muito mais brandas. Também no nível pessoal, vemos que quem tem moral ainda em nível inferior, comete injustiças com naturalidade...
“Tendo os homens formulado leis apropriadas a seus costumes e caracteres, elas estabeleceram direitos que podem ter variado, com o progresso das luzes. Vede se hoje as vossas leis, sem serem perfeitas, consagram os mesmos direitos que as da Idade Média. Entretanto, esses direitos antiquados, que agora se vos afiguram monstruosos, pareciam justos e naturais naquela época.” (LE, perg. 875a)
g) O senso de justiça é igual para todas as pessoas?
==> Não. Esse senso se desenvolve conforme vamos evoluindo.
- depois da resposta, pedir que o jovem da vez leia o trecho do ESE, só o 1º parágrafo:
“Os preconceitos do mundo sobre o que se convencionou chamar “ponto de honra” produzem essa suscetibilidade sombria, nascida do orgulho e da exaltação da personalidade, que leva o homem a retribuir uma injúria com outra injúria, uma ofensa com outra, o que é tido como justiça por aquele cujo senso moral não se acha acima do nível das paixões terrenas. Por isso é que a lei moisaica prescrevia: olho por olho, dente por dente, de harmonia com a época em que Moisés vivia. Veio o Cristo e disse: Retribuí o mal com o bem. E disse ainda: “Não resistais ao mal que vos queiram fazer; se alguém vos bater numa face, apresentai-lhe a outra.” (Kardec, no item 8 do ESE, Cap. XII)
Existem diversos níveis do senso de justiça, que depende do amadurecimento moral (escrever no quadro):
a) Se é legal, é justo.
b) Pode ser legal, mas não é certo (senso de dever).
c) Senso cósmico – justiça de Deus
h) Como entender o ensino de Jesus ao dizer que são bem aventurados os que sofrem e choram pois serão consolados? Como ser bem aventurados os que sofrem injustiças?
“Somente na vida futura podem efetivar-se as compensações que Jesus promete aos aflitos da Terra. Sem a certeza do futuro, estas máximas seriam um contra-senso.” (ESE, Cap V, item 3)
==> pedir que o jovem da vez leia os dois primeiros parágrafos do item 12, Cap V, do ESE):
“Por estas palavras: Bem-aventurados os aflitos, pois que serão consolados, Jesus aponta a compensação que hão de ter os que sofrem e a resignação que leva o padecente a bendizer do sofrimento, como prelúdio da cura.
Também podem essas palavras ser traduzidas assim: Deveis considerar-vos felizes por sofrerdes, visto que as dores deste mundo são o pagamento da dívida que as vossas passadas faltas vos fizeram contrair; suportadas pacientemente na Terra, essas dores vos poupam séculos de sofrimentos na vida futura. Deveis, pois, sentir-vos felizes por reduzir Deus a vossa dívida, permitindo que a saldeis agora, o que vos garantirá a tranquilidade no porvir.” (ESE, Cap V, item 12)
i) Como entender o ensino de Jesus de bem-aventurados os famintos e os sequiosos de justiça, pois que serão saciados? Quem é faminto de justiça? De qual justiça: dos homens ou de Deus?
==> De modo geral, queremos ver a justiça sendo aplicada para aqueles que nos fizeram mal. Mas os Espíritos que já tem consciência de si mesmo, de seus erros do passado, sabem que estão em débito perante as leis divinas, e anseiam pela oportunidade de ressarcir, de resgatar o mal praticado. Por isso são bem aventurados; já caíram em si e se resolveram a “voltar à Casa do Pai”, como o filho pródigo da parábola: (Lucas 15:17-19):
"Caindo em si, ele disse: 'Quantos empregados de meu pai têm comida de sobra, e eu aqui, morrendo de fome! Eu me porei a caminho e voltarei para meu pai e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados'’.
6. Conclusão
==> Importante perceber os princípios que a DE nos traz:
- Deus é soberanamente Justo e Bom. A base do Espiritismo é a existência de Deus e seus atributos. A reencarnação, o livre arbítrio e a lei do progresso, nos permitem compreender a soberana bondade e justiça de Deus.
==> se alguma injustiça nos acontece, é devido aos nossos erros dessa vida ou de vidas anteriores. Há injustiças no mundo sim, mas não há injustiçados perante nossa vida imortal, pois Deus é Justo e Bom. O único Justo que sofreu injustiça foi Jesus, que é um Espírito Puro.
- As desigualdades e injustiças no mundo, se devem à nossa condição de Espíritos imperfeitos. É uma fase de desenvolvimento espiritual; passará. Todos evoluiremos. Lei do Progresso.
- A lei é de Justiça, Amor e Caridade ==> temos que ser justos e lutar para combater as injustiças do mundo; é um ato de Caridade. Nós precisamos viver em sociedade e para isso precisamos respeitar os direitos de nossos semelhantes.
- Deus é misericordioso ==> a justiça divina atua (e é quando sofremos as dores, aflições) se o Amor chegou atrasado. ==> O Amor cobre a multidão de pecados. (1 Pedro 4:8-11)
- A lei de Deus é educativa e não punitiva.
“Por mim mesmo juro — disse o Senhor Deus — que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva.” (Ezequiel, 33:11.) (Folha rosto do livro O Céu e o Inferno).
- Como devemos construir a ponte entre o conceito de justiça definida pelos Espíritos e a nossa prática diária? ==> Disciplina para o cumprimento de todos os nossos deveres.
- Sementes do destino: geramos essas sementes com nossos pensamentos/palavras/atos. Ao reencarnarmos já trazemos essas sementes em nossa bagagem espiritual.
E na reencarnação, estamos gerando novas sementes: quais? Do Bem? Ou ainda geramos sementes que nos trarão dores futuras?
7. Exercício de Respiração profunda e Prece final
8. Avaliação
Encontro com 6 jovens. Na atividade de motivação inicial, 3 trouxeram situações semelhantes: não terem seus direitos de ser como são, respeitados. O restante foi com as perguntas, até o item (b) da atividade de fixação. Surgiu a questão do direito da mulher abortar e ficamos os minutos finais nessa questão.
9. Anexos
Subsídios doutrinários:
A doutrina da reencarnação, isto é, a que consiste em admitir para o Espírito muitas existências sucessivas, é a única que corresponde à ideia que formamos da justiça de Deus para com os homens que se acham em condição moral inferior; a única que pode explicar o futuro e firmar as nossas esperanças, pois que nos oferece os meios de resgatarmos os nossos erros por novas provações. A razão no-la indica e os Espíritos a ensinam. (LE, comentário de Kardec à perg. 171)
“Deus é, pois, a inteligência suprema e soberana, é único, eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições, e não pode ser diverso disso. Tal o eixo sobre que repousa o edifício universal. Esse o farol cujos raios se estendem por sobre o universo inteiro, única luz capaz de guiar o homem na pesquisa da verdade. Orientando-se por essa luz, ele nunca se transviará. Se, portanto, o homem há errado tantas vezes, é unicamente por não ter seguido o roteiro que lhe estava indicado. Tal também o critério infalível de todas as doutrinas filosóficas e religiosas. Para apreciá-las, dispõe o homem de uma medida rigorosamente exata nos atributos de Deus e pode afirmar a si mesmo que toda teoria, todo princípio, todo dogma, toda crença, toda prática que estiver em contradição com um só que seja desses atributos, que tenda não tanto a anulá-lo, mas simplesmente a diminuí-lo, não pode estar com a verdade. Em filosofia, em psicologia, em moral, em religião, só há de verdadeiro o que não se afaste, nem um til, das qualidades essenciais da Divindade. A religião perfeita será aquela de cujos artigos de fé nenhum esteja em oposição àquelas qualidades; aquela cujos dogmas todos suportem a prova dessa verificação sem nada sofrerem.” (A Gênese, Cap. II, item 19.)
“Entretanto, desde que admita a existência de Deus, ninguém o pode conceber sem o infinito das perfeições. Ele necessariamente tem todo o poder, toda a justiça, toda a bondade, sem o que não seria Deus. Se é soberanamente bom e justo, não pode agir caprichosamente, nem com parcialidade. Logo, as vicissitudes da vida derivam de uma causa e, pois que Deus é justo, justa há de ser essa causa. Isso o de que cada um deve bem compenetrar-se.” (ESE, Cap V, item 3).
“O homem que no mundo ocupa elevada posição não se julga ofendido com os insultos daquele a quem considera seu inferior. O mesmo se dá com o que, no mundo moral, se eleva acima da humanidade material. Este compreende que o ódio e o rancor o aviltariam e rebaixariam. Ora, para ser superior ao seu adversário, preciso é que tenha a alma maior, mais nobre, mais generosa do que a desse último.” (Kardec, no item 4 do ESE, Cap. XII).