Casa Espírita Missionários da Luz Juventude: > 16 anos
18/09/2026
Tema: Sonhos: Espirituais e msgs do INCS
Objetivos:
Entender a questão dos sonhos como consequência da emancipação da alma;
Estudar igualmente os sonhos simbólicos, como mecanismo da lei de progresso, trazendo à consciência, informações do inconsciente.
Bibliografia:
- O Livro dos Espíritos, 2ª parte, Cap. VIII (Da Emancipação da Alma), pergs 402 à 418; 425, 445 e 455; perg 919 (autoconhecimento);
- A Gênese, Cap XIV item 28 (Sonhos); cap. XVI, “Teoria da presciência”, nos 1, 2 e 3;
- Evang.Seg. Espiritismo, cap. 28 (Coletânea de Preces Espíritas), item 38 (À hora de dormir);
- Recordações da Mediunidade, Yvonne Pereira, Cap. 9 ‘Premonições’;
- O Ser Consciente, Joanna de Angelis/Divaldo Franco, Cap. 9 'Êxito e fracasso';
- Em Busca da Verdade, Joanna de Ângelis/Divaldo Franco, Cap. 09 - Busca Interior, item 'Identificando o inconsciente';
- Vida: Desafios e Soluções, Cap. 7 - Descobrindo o Inconsciente, itens "Análise do Inconsciente" e “Os Arquétipos".
Material:
Desenvolvimento:
1. Novidades da semana.
2. Exercício de respiração profunda e prece inicial
3. Motivação
Ler o trecho do relato de Yvonne Pereira, no livro Recordações da Mediunidade, Cap. 9:
“— Uma amiga de minha família, cujo poético nome era Rosa Amélia S. G., residente em antiga cidade fluminense, estava para casar-se e encomendara o vestido, para a cerimônia do dia do casamento, a antiga casa de modas «Parc-Royal», do Rio de Janeiro.
Faltavam apenas quinze dias para o auspicioso evento quando a feliz noiva, que contava apenas dezoito primaveras, em certa noite sonhou que recebera pelo Correio o volume esperado, com o enxoval. Muito satisfeita, levou-o para o interior da casa, vendo-se rodeada das pessoas da família, que acorreram, curiosas. Mas, ao abrir a caixa e retirar as peças, o que ela encontrara fora um traje completo para viúva, com o véu negro denominado «chorão, como de uso na época para as viúvas recentes. A jovem soltou um grito de horror, fechou a caixa violentamente e despertou em gritos, chorando convulsivamente.
Conservou-se consternada durante uns dois ou três dias. Mas a perspectiva feliz do próximo enlace, os preparativos para os festejos, a presença amável do noivo, que desfrutava boa saúde e se rira muito das preocupações e do nervosismo da prometida, que receava perdê-lo, a tranquilizaram em seguida, fazendo-a esquecer o (pesadelo).
Na semana do casamento, efetivamente, chegara o volume pelo Correio, e ela própria o recebera, tal como sonhara, não mais se recordando do sonho que tivera e constatando, encantada, a beleza do seu vestido de bodas, que era em cetim branco e todo ornado de flores de laranjeira, e o véu de tule vaporoso e lindo, e a grinalda simbólica.
Realizou-se, finalmente, o casamento no sábado seguinte.
Dois meses depois, no entanto, o jovem esposo, tendo necessidade de visitar o Rio de Janeiro, adquiriu ali uma infecção tífica, regressando a casa, já em estado grave, e morrendo alguns dias depois. E somente quando já na missa do sétimo dia, foi que a jovem viúva se lembrou do sonho que tivera às vésperas das próprias núpcias, pois que se reconheceu trajada exatamente como o sonho profetizara.”
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- Que tipo de sonho é esse? ==> proféticos, pressentimento de coisas futuras.
- Como a doutrina espírita explica esses fenômenos?
No LE, no capítulo da Emancipação da Alma, temos a informação desse tipo de sonhos:
“Podem algumas vezes ser um pressentimento do futuro, se Deus o permitir, (…)” (LE, perg. 404)
Perg.402. Como podemos julgar da liberdade do Espírito durante o sono?
“Pelos sonhos. Quando o corpo repousa, acredita-o, tem o Espírito mais faculdades do que no estado de vigília. Lembra-se do passado e algumas vezes prevê o futuro.”
Fim da resposta à perg. 425:
“ Facilmente, portanto, se compreende por que os sonâmbulos nenhuma lembrança guardam do que se passou enquanto estiveram no estado sonambúlico e por que os sonhos, de que se conserva memória, as mais das vezes não têm sentido. Digo — as mais das vezes, porque também sucede serem a consequência de lembrança exata de acontecimentos de uma vida anterior e até, não raro, uma espécie de intuição do futuro.”
Perg. 445. Que deduções se podem tirar dos fenômenos do sonambulismo e do êxtase? Não constituirão uma espécie de iniciação na vida futura?
“A bem dizer, mediante esses fenômenos, o homem entrevê a vida passada e a vida futura. Estude-os e achará o aclaramento de mais de um mistério, que a sua razão inutilmente procura devassar.”
- Qual o objetivo desse tipo de pressentimento?
==> nos comprovar que estava previsto no planejamento desses Espíritos, essa ocorrência citada no caso da noiva. Foi uma escolha que fizeram antes da reencarnação.
- Nesse caso relatado, foi um pesadelo para ela, mas que era, na realidade, um aviso que ela só entendeu após o fato se realizar. Mas e os pesadelos propriamente ditos? O que podem ser?
==> “Acontece também que os maus Espíritos se aproveitam dos sonhos para atormentar as almas fracas e pusilânimes.” (LE, perg. 402)
* Pusilânime: pessoa covarde, fraca, medrosa ou sem coragem para tomar decisões ou enfrentar dificuldades.
E ainda sobre os pressentimentos, Kardec fez a pergunta:
LE, perg. 405: Acontece com frequência verem-se em sonho coisas que parecem um pressentimento, mas que, afinal, não se confirma. A que se deve atribuir isto?
“Pode suceder que tais pressentimentos venham a se confirmar apenas na experiência do Espírito, e não na do corpo; isto é, o Espírito vê aquilo que deseja porque vai ao seu encontro. É preciso não esquecer que, durante o sono, a alma sempre está mais ou menos sob a influência da matéria e que, por conseguinte, nunca se liberta completamente de suas ideias terrenas, donde resulta que as preocupações do estado de vigília podem dar ao que se vê a aparência do que se deseja, ou do que se teme. A isto é que, em verdade, cabe chamar-se efeito da imaginação. Sempre que uma ideia nos preocupa fortemente, tudo o que vemos se nos mostra ligado a essa ideia.”
Kardec encerra esse capítulo da Emancipação da Alma com um texto bem completo (item 455), e no último parágrafo traz:
“O sonambulismo natural e artificial, o êxtase e a dupla vista são efeitos vários, ou de modalidades diversas, de uma mesma causa. Esses fenômenos, como os sonhos, estão na ordem da natureza. Tal a razão por que hão existido em todos os tempos. A História mostra que foram sempre conhecidos e até explorados desde a mais remota antiguidade e neles se nos depara a explicação de uma imensidade de fatos que os preconceitos fizeram fossem tidos por sobrenaturais.”.
4. Discussão inicial
Hoje falaremos sobre os sonhos, tanto os espirituais por efeito da faculdade anímica de Emancipação da Alma durante o sono do corpo físico ( O Livro dos Espíritos, 2ª parte, Cap. VIII), quanto os sonhos simbólicos, que são mensagens de nosso inconsciente (INCS).
Esses sonhos do INCS foram objeto de estudo de Freud e posteriormente, de Jung.
- Com relação aos sonhos espirituais, vocês tem alguma questão específica? Esse foi um dos temas solicitados no início do ano.
==> deixar que se coloquem e tragam as dúvidas.
5. Reflexão sobre os sonhos do INCS
A primeira edição de "A Interpretação dos Sonhos", de Sigmund Freud, foi lançada em 4 de novembro de 1899. Iniciou-se assim a psicanálise. Atualmente, diversas linhas da psicologia entendem os sonhos como instrumento de estudo para a saúde mental das pessoas.
“O livro distingue o que sonhamos (o conteúdo manifesto, a história aparente) do verdadeiro significado do sonho (o conteúdo latente, os pensamentos reprimidos por trás das imagens)“
Freud nasceu em 1856 (um ano antes do lançamento do Livro dos Espíritos). Logo, toda a teoria que Kardec reuniu sobre os sonhos no LE, foi antes desses estudos sobre os sonhos de Freud e depois, de Jung, que nasceu em 1865, trazendo sua própria análise do simbolismo dos sonhos.
E Joanna de Angelis, através da psicografia de Divaldo Franco, nos trouxe uma série psicológica em seus livros abordando a visão espírita pelo olhar da psicologia, particularmente a transpessoal e a Psicologia Analítica de Jung.
Jung não tratou da questão do Espírito, da imortalidade, da comunicação mediúnica, embora tenha, ele próprio, tido experiências mediúnicas. Mas trouxe a questão do inconsciente coletivo, onde estariam as experiências humanas através dos tempos. Desenvolveu a teoria de que esse incs coletivo, parte da nossa psique, atuava diretamente em nosso comportamento no cotidiano, sem que a consciência tomasse parte.
E Joanna apresenta esse incs coletivo como sendo as experiências do Espírito em suas reencarnações passadas. E, em sua série psicológica, nos orienta a nos autoconhecermos, a nos adentrarmos nesse incs (pessoal e coletivo) para resolvermos nossos conflitos e caminharmos no rumo da evolução que é destino de todos nós, pois que o progresso espiritual é uma das leis divinas.
Em seu livro Em Busca da Verdade, Cap. 9, ela diz sobre o incs:
Abarcando o conhecimento geral dos acontecimentos do passado, responde por inúmeros conflitos que assaltam a criatura humana, revelando-se, especialmente, nos sonhos repetitivos, simbólicos e representativos de figuras ou fatos mitológicos, cuja interpretação, além de complexa, constitui um grande desafio." (...)
"Na abrangência do conceito reencarnacionista e todo o seu conteúdo de lembranças arquivadas, mas não mortas, a existência atual de cada indivíduo é sempre o somatório daquelas vivências que necessitam de liberação. (...)
Nos sonhos, e através da imaginação ativa, consegue-se encontrar os símbolos representativos que, em se tornando conscientes, liberam o indivíduo da sua incidência e da ação morbosa da representação onírica portadora de conflitos."
==> esses sonhos estranhos, aparentemente sem sentido, podem ser analisados, com a terapia especializada nessa área, para que a pessoa possa “ouvir” a si mesmo. Pois essas mensagens que vem pelos sonhos simbólicos, vem de nós mesmos, de nosso Eu interior, que somos nós desde a criação por Deus, espíritos imortais.
Num dos casos relatados pelos estudiosos de Jung, tem um caso de um homem, bem sucedido profissionalmente, mas que tinha um sonho recorrente, e não tinha paz. No tratamento, Jung usava uma técnica que ele denominou Imaginação Ativa, e descobriram que o sonho recorrente (um velho que o perseguia sempre), era o chamado para suas origens. Ele nasceu no interior e foi para a cidade grande para estudar e se afastou da sua região natal. Com isso, se afastou de sua origem, trazendo esse estado sem paz.
Na visão espírita, seria a recordação do planejamento reencarnatório, do qual ele havia se afastado ao se fixar na cidade.
==> os sonhos simbólicos, são mensagens que recebemos de nós mesmos, para que possamos trabalhar com questões pendentes de vidas passadas, assim como planejamentos de antes da atual reencarnação.
6. Conclusão
- Vamos refletir por alguns minutos, sobre a qualidade de nosso sono: Dormimos bem? Ficamos descansados? Acordamos com boa sensação?
- É importante observar como acordamos, lembrar de nossos sonhos, para que possamos santificar essas horas tão importantes para nós: é a parte espiritual de nossa encarnação! Devemos utilizá-las com sabedoria!
Devemos pedir, em oração, para que durante o sono possamos nos encontrar com o nosso espírito protetor e dele receber conselhos, força e coragem nas dificuldades da vida, para saber qual a melhor atitude a tomar diante de determinada situação. Com o tempo, o exercício e o nosso merecimento, podemos receber as respostas através de intuição durante o dia.
Também podemos encontrar alguém de quem não gostamos para fazer as pazes e nos harmonizarmos, preparando o perdão e o desfazimento da mágoa e do ódio que vão ocorrer quando estivermos acordados.
Pode-se, também, encontrar pessoas, aprender, assistir aulas, trabalhar e fazer o bem no Mundo Espiritual.
Então, como fazer para santificar as nossas horas de sono?
“Eleve, pois, aquele que se ache compenetrado desta verdade, o seu pensamento a Deus, quando sinta aproximar-se o sono, e peça o conselho dos bons Espíritos e de todos cuja memória lhe seja cara, a fim de que venham juntar-se-lhe, nos curtos instantes de liberdade que lhe são concedidos, e, ao despertar, sentir-se-á mais forte contra o mal, mais corajoso diante da adversidade.” (Evang.Seg. Espiritismo, cap. 28, item 38)
7) Passes coletivos e prece.
8) Avaliação
Encontro com 8 jovens. Não li os trechos do LE, pois eles foram respondendo sobre os tipos de sonhos, pressentimentos, e trouxeram alguns casos. Mostraram grande interesse nos sonhos simbólicos do inconsciente, das pesquisas de Jung e Freud. Falei de forma resumida, dos conceitos de consciente, inconsciente pessoal e coletivo, self e sombra. Falei da série psicológica de Joanna de Ângelis, e da importância de observarmos nossos sonhos, pois falam de nós. Reforcei a importância de nos prepararmos para bem aproveitarmos as horas do sono.
9) Anexos
ESE, Cap 28, item 38. Prefácio. — O sono tem por fim dar repouso ao corpo; o Espírito, porém, não precisa de repousar. Enquanto os sentidos físicos se acham entorpecidos, a alma se desprende, em parte, da matéria e entra no gozo das faculdades do Espírito. O sono foi dado ao homem para reparação das forças orgânicas e também para a das forças morais. Enquanto o corpo recupera os elementos que perdeu por efeito da atividade da vigília, o Espírito vai retemperar-se entre os outros Espíritos. Haure, no que vê, no que ouve e nos conselhos que lhe dão, ideias que, ao despertar, lhe surgem em estado de intuição. É a volta temporária do exilado à sua verdadeira pátria. É o prisioneiro restituído por momentos à liberdade. Mas, como se dá com o presidiário perverso, acontece que nem sempre o Espírito aproveita dessa hora de liberdade para seu adiantamento. Se conserva instintos maus, em vez de procurar a companhia de Espíritos bons, busca a de seus iguais e vai visitar os lugares onde possa dar livre curso aos seus pendores. Eleve, pois, aquele que se ache compenetrado desta verdade, o seu pensamento a Deus, quando sinta aproximar-se o sono, e peça o conselho dos bons Espíritos e de todos cuja memória lhe seja cara, a fim de que venham juntar-se-lhe, nos curtos instantes de liberdade que lhe são concedidos, e, ao despertar, sentir-se-á mais forte contra o mal, mais corajoso diante da adversidade.
O Ser Consciente, Joanna de Angelis/Divaldo Franco, Cap. 9 'Êxito e fracasso'
“As psicoterapias são aplicadas conforme as revelações do inconsciente, arrancando dos arquivos do psiquismo os fatores que geraram os traumas e determinaram os conflitos, interpretando as ocorrências dos sonhos nos estados oníricos e as liberações catársicas nas demoradas análises.”
Em Busca da Verdade, Joanna de Ângelis/Divaldo Franco, Cap. 09 Busca Interior, item 'Identificando o inconsciente'
"Esse inconsciente encontra-se nas camadas mais profundas da psique, constituindo-se os arquivos mais significativos e duradouros de que se têm notícias.
Abarcando o conhecimento geral dos acontecimentos do passado, responde por inúmeros conflitos que assaltam a criatura humana, revelando-se, especialmente, nos sonhos repetitivos, simbólicos e representativos de figuras ou fatos mitológicos, cuja interpretação, além de complexa, constitui um grande desafio." (...)
"Na abrangência do conceito reencarnacionista e todo o seu conteúdo de lembranças arquivadas, mas não mortas, a existência atual de cada indivíduo é sempre o somatório daquelas vivências que necessitam de liberação. (...)
Nos sonhos, e através da imaginação ativa, consegue-se encontrar os símbolos representativos que, em se tornando conscientes, liberam o indivíduo da sua incidência e da ação morbosa da representação onírica portadora de conflitos."
Vida: Desafios e Soluções, Cap. 7 Descobrindo o Inconsciente, item "Análise do Inconsciente"
Para Sigmund Freud, tanto quanto para Gustav Jung, o inconsciente somente se expressa através de símbolos, e esses símbolos podem e devem ser buscados para conveniente interpretação através dos delicados mecanismos dos sonhos e da Imaginação Ativa, de modo a serem entendidas as suas mensagens.
As manifestações oníricas oferecem conteúdos que necessitam ser interpretados, a fim de facilitarem o desenvolvimento do indivíduo. Mediante a Imaginação Ativa, tenha-se em conta que não se trata de ficção no seu sentido convencional, mas de uma forma criativa do pensamento - é possível entrar-se no arcabouço dos registros e depósitos do inconsciente, abrindo-lhe as comportas para uma equilibrada liberação, que irá contribuir grandemente para a conduta salutar do indivíduo, proporcionando-lhe uma existência equilibrada.
Cap 7 Descobrindo o inconsciente, item Os Arquétipos"
Muitas vezes esses arquétipos surgem nos sonhos como imagens preexistentes, liberando-se do inconsciente. No entanto, nem todos os símbolos são procedentes dos arquétipos, porque podem ter origem na própria energia do indivíduo, nas suas atuais fixações, traumatismos psicológicos, conflitos, frustrações, ansiedades e desejos. Diferem, os arquétipos, dessa energia inerente ao ser, porque os primeiros têm um caráter universal, enquanto os outros são individuais. (...)
Certamente, como afirma Jung, esses arquétipos aparecem nos sonhos como personalidades divinas, religiosas, portadoras de conteúdos transcendentais e se apresentam como sobrenaturais, invencíveis. Em muitas circunstâncias, porém, são encontros com seres transpessoais, que sobrevivem à morte e que habitam, não só o mundo das ideias, da concepção platônica, mas o da energia, precedente ao material, ao orgânico, que é causal e atemporal.
Podemos, portanto, em uma visão transpessoal dos acontecimentos, associar os arquétipos a outro tipo de realidade vivida e ínsita no inconsciente profundo - o Espírito - ditando os comportamentos da atualidade, que são as experiências espirituais, parapsíquicas e mediúnicas.
Aprofundar a busca no oceano do inconsciente para eliminar os conflitos decorrentes das várias ocorrências passadas — as atuais e as das reencarnações anteriores — conseguir a individuação, eis a meta que aguarda aquele que deseja estar desperto, consciente da sua realidade e que luta em favor da sua iluminação interior e felicidade total.