segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Missão do Homem Inteligente no Mundo

 Casa Espírita Missionários da Luz – Mocidade    > 14 anos             22/10/2021

Estudo Virtual Google Meet

 

Tema: Missão do Homem Inteligente no Mundo

 

Objetivos:

Estudar o capítulo VII do Evangelho Seg.Espiritismo - Missão do Homem Inteligente no Mundo;

Observar as consequências do mau uso da inteligência, identificando nesse mau uso, a ação do orgulho e egoísmo.

 

Bibliografia:

O Livro dos Espíritos, 2ª segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos > Capítulo VII — Da volta do Espírito à vida corporal > ‘Influência do Organismo’ pergs 367 à 370; Idiotismo, loucura; pergs 371 à 378;

Evang. Segundo o Espiritismo, Cap. VII, ‘Bem-aventurados os pobres de espírito’, item 13;

O Céu e o Inferno, 2ªparte,Cap. VIII ‘Expiações Terrestres’, item ‘Charles de Saint-G’;

RE Ago/1865 > Problema psicológico, 'Dois irmãos idiotas'.

 

Material

Formulário no Google Forms:  https://forms.gle/ce4vdTJ2BYLD5sA8A

 

 

 Desenvolvimento:

 

1.    Hora da novidade, exercícios de respiração lenta e profunda, e prece inicial.

 

2.    Motivação Inicial:

 

Contar a história dos dois irmãos deficientes mentais, relatados no artigo da Revista Espírita de Agosto de 1865 (nos 6 primeiros parágrafos do artigo).

 

Depois formular algumas perguntas sobre a ótica espírita desse problema dos dois irmãos, para que os jovens respondam no formulário do Google Forms.

 

a)    A alma dos deficientes mentais é de natureza inferior?

 

LE, perg. 371. Tem algum fundamento o pretender-se que a alma dos cretinos e dos idiotas é de natureza inferior?

“Nenhum. Eles trazem almas humanas, não raro mais inteligentes do que supondes, mas que sofrem da insuficiência dos meios de que dispõem para se comunicar, da mesma forma que o mudo sofre da impossibilidade de falar.”

 

b)    Os órgãos influem sobre as faculdades da alma?

 

LE, perg. 372 a) – Não há, pois, fundamento para dizer-se que os órgãos nada influem sobre as faculdades?

“Nunca dissemos que os órgãos não têm influência. Têm-na muito grande sobre a manifestação das faculdades, mas não são eles a origem destas. Aí está a diferença. Um músico excelente, com um instrumento defeituoso, não dará a ouvir boa música, o que não fará que deixe de ser bom músico.”

 

c)    Pra quê serve a vida dos deficientes mentais?

 

LE. Perg. 372. Que objetivo visa a Providência criando seres desgraçados, como os cretinos e os idiotas?

“Os que habitam corpos de idiotas são Espíritos sujeitos a uma punição. Sofrem por efeito do constrangimento que experimentam e da impossibilidade em que estão de se manifestarem mediante órgãos não desenvolvidos ou desmantelados.”

 

d)    Um Espírito de um gênio pode reencarnar como um deficiente mental?

 

LE, perg. 373. a) – Pode assim o corpo de um idiota conter um Espírito que tenha animado um homem de gênio em precedente existência?

“Certo. A genialidade se torna por vezes um flagelo, quando dela abusa o homem.

 

A superioridade moral nem sempre guarda proporção com a superioridade intelectual e os grandes gênios podem ter muito que expiar. Daí, frequentemente, lhes resulta uma existência inferior à que tiveram e uma causa de sofrimentos. Os embaraços que o Espírito encontra para suas manifestações se lhe assemelham às algemas que tolhem os movimentos a um homem vigoroso. Pode dizer-se que os cretinos e os idiotas são estropiados do cérebro, como o coxo o é das pernas e dos olhos o cego.

 

e)    Na condição de Espírito livre, durante o sono, tem o deficiente mental consciência do seu estado mental?

 

LE. Peg.374. Na condição de Espírito livre, tem o idiota consciência do seu estado mental?

“Frequentemente tem. Compreende que as cadeias que lhe obstam ao voo são prova e expiação.”

 

 

3.    Desenvolvimento

 

Discutir com o grupo as respostas, tirando as dúvidas.

 

Perguntar ao grupo:

Porque será que os dois irmãos tinham a mesma deficiência?

“Por que esses dois seres são feridos juntos? Porque participaram da mesma vida; estavam ligados durante a provação, e devem estar reunidos na vida de expiação.”

 

Como entender o carinho e cuidados dos pais desses dois deficientes físicos?

“Não esqueçais, também, que os pais têm sua parte no que aqui se passa. É para sua ternura por esses seres que não lhes oferecem qualquer compensação, uma grande provação. Eles devem ser felicitados por não haverem falido, porque essa compensação que não encontram neste mundo, encontrá-la-ão mais tarde. Dizeis em vosso íntimo que os cuidados e a afeição que prodigalizam a esses dois pobres seres, bem poderiam ser uma reparação em relação a eles, reparação que o estado de constrangimento da família torna ainda mais meritória.”

 

Que conclusão podemos tirar desse caso desses dois irmãos?

- estavam expiando o mau uso da inteligência.

 

Todos os casos de deficiência mental são devidos ao mau uso da inteligência?

- cada caso é um caso. Pode ser devido à suicídio em vida anterior onde o cérebro foi danificado. Pode também ser uma escolha do Espírito antes da reencarnação para um determinado objetivo de progresso seu ou de seus familiares...

 

Qual então, o uso que devemos fazer da nossa inteligência?

 

Evang. Seg. Espiritismo, Cap. VII, item 13 – ‘Missão do homem inteligente na Terra’

“Se Deus, em seus desígnios, vos fez nascer num meio onde pudestes desenvolver a vossa inteligência, é que quer a utilizeis para o bem de todos; é uma missão que vos dá, pondo-vos nas mãos o instrumento com que podeis desenvolver, por vossa vez, as inteligências retardatárias e conduzi-las a ele.” (...)

A inteligência é rica de méritos para o futuro, mas, sob a condição de ser bem empregada. Se todos os homens que a possuem dela se servissem de conformidade com a vontade de Deus, fácil seria, para os Espíritos, a tarefa de fazer que a Humanidade avance. Infelizmente, muitos a tornam instrumento de orgulho e de perdição contra si mesmos. O homem abusa da inteligência como de todas as suas outras faculdades e, no entanto, não lhe faltam ensinamentos que o advirtam de que uma poderosa mão pode retirar o que lhe concedeu.” – Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.) 

 

 

4.    Fixação do Conteúdo:

 

Propor uma brincadeira rapidinha para ver se conseguimos perceber a diferença entre o que temos e o que detemos.

Serão faladas algumas palavras e o jovem deve levantar a mão apenas se o ser humano realmente pode ter. Se tem só como uso, não levanta a mão.

E tem que ser rápido, ok?

Inteligência      (levanta a mão)

Beleza             (não levanta a mão)

Doçura            (levanta a mão)

Prestígio         (não levanta a mão)

Riqueza          (não levanta a mão)

Brandura         (levanta a mão)

Poder              (não levanta a mão)

Talento artístico (levanta a mão)

Força física  (não levanta a mão)

      Habilidade manual (levanta a mão)

 

      - tudo o que tem a ver com aquisição do Espírito, nós de fato temos pois desenvolvemos com a evolução. O que é específico de circunstâncias da vida encarnada, nós detemos como instrumento de uso para o BEM.

 

Então, se uma pessoa não tem o menor talento para música, significa que o Espírito não tem essa aptidão?

      - Não!!!! Porque é preciso ter um corpo que permita a ação musical (área específica do cérebro, coordenação física do corpo). Nesse caso, o Espírito de um músico pode ter escolhido um corpo que não possibilite o uso da faculdade artística que possui, para desenvolver outras faculdades ou por expiação por mau uso anterior.

 

De qualquer forma, tudo o que conseguimos fazer uso na encarnação, é porque nos foi permitido para progresso. Nada é motivo para orgulho, vaidade. Tudo é oportunidade! E sempre para o Bem!

Só assim, fazendo bom uso de todos os nossos talentos, e reconhecendo que ninguém é melhor do que ninguém, seremos felizes conforme nos ensinou Jesus! Bem-aventurados os humildes!

 

Fica a reflexão: Como estou usando os talentos que recebi nessa encarnação? Com humildade?

 

5.    Exercício de respiração profunda e pausada, e prece final.

 

6.    Avaliação

Encontro para 7 jovens com participação. Fizemos todas as atividades. De modo geral, tinham informações sobre o tema.

 

7.    Anexos – Subsídios teóricos

Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1865 > Agosto > Problema psicológico, 'Dois irmãos idiotas'

Problema psicológico

Dois irmãos idiotas

 

Numa família de operários de Paris encontram-se duas crianças atingidas de idiotia e que apresentam a particularidade de, até a idade de cinco a seis anos, gozarem de todas as faculdades intelectuais bem desenvolvidas. A menos que seja provocada por uma causa acidental, a idiotia nas crianças é quase sempre o resultado de uma parada no desenvolvimento dos órgãos e, consequentemente, se manifesta desde o nascimento. Além disso, aqui é notável o fato de duas crianças serem atingidas pela mesma enfermidade em condições idênticas.

 

Podendo esse duplo fenômeno ser objeto de estudo interessante, do ponto de vista psicológico, um dos membros da Sociedade de Paris, o Sr. Desliens, foi por um amigo introduzido na família, a fim de poder dar contas à Sociedade. Eis o resultado de suas observações:

 

“Quando o pai soube do objetivo de minha visita, disse ele, passou a um quarto, de onde voltou tendo nos braços um ser mais semelhante, pelos traços, a um animal do que a um foco de inteligência. Trouxe igualmente um segundo no mesmo estado de embrutecimento, mas com aparências físicas mais humanas. Nenhum som sensato saía da boca desses infortunados; gritinhos agudos e grunhidos roucos são suas únicas manifestações sonoras. Quase sempre um riso bestial lhes anima a fisionomia. O mais velho chama-se Alfredo e o outro Paulino.

 

Alfredo, atualmente com dezessete anos, nasceu com toda a sua inteligência, que se manifestou mesmo com certa precocidade. Aos três anos falava com senso e compreendia os menores sinais. Teve então uma ligeira doença, depois da qual perdeu o uso da palavra e as faculdades mentais. Os tratamentos médicos apenas levaram ao esgotamento das forças vitais, hoje traduzido por um raquitismo absoluto.

 

“Esse ser, que não tem nem mesmo a aparência de um homem, contudo tem sentimento; ama seus pais e seu irmão, e sabe manifestar simpatia ou repulsa pelos que o rodeiam. Ele compreende tudo o que lhe dizem; em seus olhos brilha a inteligência; procura incessantemente, mas sem resultado, responder quando falam diante dele de coisas que lhe interessam. Tem um medo incontestável da morte e não pode ver um carro mortuário sem procurar esconder-se. Um dia lhe tendo dito sua tia, por brincadeira, que o envenenaria se ele fosse mau, ele compreendeu tão bem que, durante mais de um ano, recusou receber qualquer alimento de suas mãos, embora tenha um apetite extraordinário.

 

Paulino, de quinze anos, tem corporalmente uma aparência mais humana. Tem no rosto embrutecido o cunho de um idiotismo absoluto. Contudo ama, mas a isto se limitam suas manifestações exteriores. Ele nasceu igualmente com plena razão, que conservou até os seis anos. Gostava muito do irmão. Com essa idade adoeceu e passou pelas mesmas fases do mais velho. Ultimamente teve uma doença prolongada, depois da qual parece compreender melhor o que lhe dizem. O cura e os padres da paróquia disseram à família que se tratava de possessão do demônio, e que era preciso exorcizar os meninos. Os pais hesitaram. Contudo, fatigados com a insistência daqueles senhores e temendo perder o auxílio que recebiam por causa das crianças, concordaram. Mas então aqueles senhores afirmaram que com efeito teria havido possessão em outra época, mas que hoje não havia mais, e que nada mais podia ser feito. É preciso dizer, em homenagem aos pais, que sua ternura por essas infortunadas criaturas jamais foi desmentida e que elas têm sido constantemente objeto dos mais afetuosos cuidados.”

 

Os senhores eclesiásticos renunciaram sabiamente ao exorcismo, que apenas teria levado a um fracasso. As crianças não apresentam nenhum dos caracteres da obsessão, no sentido do Espiritismo, e tudo prova que a causa do mal é puramente patológica. Em ambos a idiotia é produzida em consequência de uma doença que, sem dúvida, ocasionou a atrofia dos órgãos da manifestação do pensamento. Mas é fácil ver que, por detrás desse véu, existe um pensamento ativo, que encontra um obstáculo invencível à sua livre expressão. A inteligência dessas crianças, durante os primeiros anos, prova que eles são de Espíritos adiantados, que mais tarde se acharam encerrados em laços muito apertados para que se pudessem manifestar. Num envoltório em condições normais, teriam sido homens inteligentes, e quando a morte os tiver libertado de seus entraves, recuperarão o livre uso de suas faculdades.

 

Essa constrição imposta a um Espírito deve ter causa moral, providencial, e essa causa deve ser justa, pois que Deus é a fonte de toda justiça. Ora, como esses meninos nada puderam fazer nesta existência que pudesse merecer um castigo qualquer, é forçoso admitir que pagam a dívida de uma existência anterior, a menos que neguemos a justiça de Deus. Eles nos oferecem uma prova da necessidade da reencarnação, essa chave que resolve tantos problemas e que diariamente lança luz sobre tantas questões ainda obscuras.” (Vide O Evangelho segundo o Espiritismo, Cap. V, item 6: Causas anteriores das aflições).

 

A comunicação seguinte foi dada a propósito desse assunto na Sociedade de Paris, a 7 de julho de 1865 (Médium, Sr. Desliens):

 

“A perda da inteligência nos dois idiotas dos quais se trata é certamente explicável do ponto de vista científico. Cada um deles teve uma curta doença; pode, pois, concluir-se com razão que os órgãos cerebrais foram afetados. Mas, por que esse acidente ocorreu após a manifestação evidente de todas as suas faculdades, contrariamente ao que, em geral, se passa na idiotia? Repito: Toda a perturbação da inteligência ou das funções orgânicas pode ser explicada fisiologicamente, seja qual for a causa primeira, visto que tendo sido estabelecidas leis pelo Criador para as relações entre a inteligência e os órgãos de transmissão, elas não podem ser derrogadas. A perturbação dessas relações é uma consequência dessas leis, e pode ferir o culpado por suas faltas anteriores: aí está a expiação.

 

“Por que esses dois seres são feridos juntos? Porque participaram da mesma vida; estavam ligados durante a provação, e devem estar reunidos na vida de expiação.

 

“Por que sua inteligência a princípio se manifestou, contrariamente ao que ordinariamente acontece em casos semelhantes? Do ponto de vista da intenção providencial, é uma das mil nuanças da expiação, que tem sua razão de ser para o indivíduo, mas cujo motivo muitas vezes seria difícil sondar, pelo simples fato que ele é individual. É preciso aí ver, também, um desses fatos que diariamente vêm confirmar, para o observador atento, as bases da Doutrina Espírita, e sancionar, pela evidência, os princípios da reencarnação.

 

“Não esqueçais, também, que os pais têm sua parte no que aqui se passa. É para sua ternura por esses seres que não lhes oferecem qualquer compensação, uma grande provação. Eles devem ser felicitados por não haverem falido, porque essa compensação que não encontram neste mundo, encontrá-la-ão mais tarde. Dizeis em vosso íntimo que os cuidados e a afeição que prodigalizam a esses dois pobres seres, bem poderiam ser uma reparação em relação a eles, reparação que o estado de constrangimento da família torna ainda mais meritória.”

 

Moki

 

O Livro dos Espíritos > Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos > Capítulo VII — Da volta do Espírito à vida corporal > Idiotismo, loucura.

 

373. Qual será o mérito da existência de seres que, como os cretinos e os idiotas, não podendo fazer o bem nem o mal, se acham incapacitados de progredir?

“É uma expiação decorrente do abuso que fizeram de certas faculdades. É um estacionamento temporário.”

 

375. Qual, na loucura, a situação do Espírito?

 

“O Espírito, quando em liberdade, recebe diretamente suas impressões e diretamente exerce sua ação sobre a matéria. Encarnado, porém, ele se encontra em condições muito diversas e na contingência de só o fazer com o auxílio de órgãos especiais. Altere-se uma parte ou o conjunto de tais órgãos e eis que se lhe interrompem, no que destes dependam, a ação ou as impressões. Se perde os olhos, fica cego; se o ouvido, torna-se surdo, etc. Imagina agora que seja o órgão que preside às manifestações da inteligência e da vontade o atacado ou modificado, parcial ou inteiramente, e fácil te será compreender que, só tendo o Espírito a seu serviço órgãos incompletos ou alterados, uma perturbação resultará de que ele, por si mesmo e no seu foro íntimo, tem perfeita consciência, mas cujo curso não lhe está nas mãos deter.”

 

a) – Então o desorganizado é sempre o corpo, e não o Espírito?

 

“Sim; mas, convém não perder de vista que, assim como o Espírito atua sobre a matéria, também esta reage sobre ele, dentro de certos limites, e que pode acontecer impressionar-se o Espírito temporariamente com a alteração dos órgãos pelos quais se manifesta e recebe as impressões. Pode mesmo suceder que, com a continuação, durando longo tempo a loucura, a repetição dos mesmos atos acabe por exercer sobre o Espírito uma influência, de que ele não se libertará senão depois de se haver desligado de toda impressão material.”

 

376. Por que razão a loucura leva o homem algumas vezes ao suicídio?

 

“O Espírito sofre pelo constrangimento em que se acha e pela impossibilidade em que se vê de manifestar-se livremente; por isso procura na morte um meio de quebrar seus grilhões.”

 

377. Depois da morte o Espírito do alienado se ressente do desarranjo de suas faculdades?

 

“Pode ressentir-se, durante algum tempo após a morte, até que se desligue completamente da matéria, como o homem que desperta se ressente, por algum tempo, da perturbação em que o lançara o sono”.

 

378. De que modo a alteração do cérebro reage sobre o Espírito depois da morte?

 

“Como uma recordação. Um peso oprime o Espírito e, como ele não teve a compreensão de tudo o que se passou durante a sua loucura, sempre se faz mister um certo tempo, a fim de se pôr ao corrente de tudo. Por isso é que, quanto mais durar a loucura no curso da vida terrena, tanto mais lhe durará a perturbação, o constrangimento, depois da morte. Liberto do corpo, o Espírito se ressente, por certo tempo, da impressão dos laços que àquele o prendiam.”

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