Casa Espírita Missionários da Luz Juventude 2 > 16 anos – 21 e 28/08/2026
Tema: Laços de Família
Objetivos:
Perceber a importância da família para a evolução do Espírito e para a sociedade;
Identificar nos conflitos familiares, a bagagem espiritual que herdamos.
Bibliografia:
- O Livro dos Espíritos, 'Da Pluralidade das Existências' pergs 205, 208 e 209; ‘Escolha de provas’, pergs 258 e 259; ‘Das Ocupações e Missões dos Espíritos’, pergs 582 e 583, 'Da Lei de Sociedade' perg 774 e 775; 'Da Lei de Liberdade' perg 851; 'Da Lei do Trabalho', perg 681;
- Evang.Seg.Espiritismo, Cap. XIV, itens 8 e 9;
- Desafios da Vida Familiar, Camilo/Raul Teixeira, Parte I - “O sentido da Família”
Material: LE, ESE, Caixa com números de perguntas do LE/ESE escritos em papel.
1.Hora da novidade, respiração lenta e profunda, e prece inicial
2.Motivação inicial:
Hoje começaremos a Lei de Sociedade.
A 7ª lei moral, que Kardec apresenta na 3ª parte do LE.
- Quem lembra quais são as 6 leis anteriores? (1.Adoração; 2.Trabalho; 3.Reprodução; 4. Conservação e 5.Destruição).
Vamos começar revendo uma parte bem importante do LE que é a Escolha das Provas antes de cada reencarnação.
Kardec perguntou aos Espíritos, na questão 258:
258. Quando na erraticidade, antes de começar nova existência corporal, tem o Espírito consciência e previsão do que lhe sucederá no curso da vida terrena?
==> o que vocês acham? (Deixar que respondam e depois, ler a resposta)
“Ele próprio escolhe o gênero de provas por que há de passar, e nisso consiste o seu livre-arbítrio.”
(...) Dando ao Espírito a liberdade de escolher, Deus lhe deixa a inteira responsabilidade de seus atos e das consequências que estes tiverem. Nada lhe estorva o futuro; abertos se lhe acham, assim, o caminho do bem, como o do mal.
==> assim, todos nós, sabíamos, antes de reencarnar, o que nos esperava, certo?
==> concordam?
==> às vezes ouvimos as pessoas dizerem: amigos, a gente escolhe; família, não! Tá certo isso? Não!!! Escolhemos sim!!!!
==>porque então, muitas pessoas se revoltam com a família, a cidade, o país em que nasceram? ==> Porque esquecem o que planejaram antes da reencarnação!!!
==> Felizmente, não é o nosso caso!!! Nós sabemos, mesmo sem lembrar dos detalhes, que nós escolhemos, sim, o contexto de nosso nascimento!
3.Desenvolvimento:
Vamos então, ver algumas perguntas do LE, alguns trechos do ESE, que já vimos em anos anteriores, para nos ajudarem nas reflexões de hoje, ok?
==> Apresentar uma caixa com números escritos em pedaços de papel:
Cada um por vez, deve pegar um papel, que indica uma pergunta ou um trecho do ESE.
Quem pegou tenta responder, podendo ser complementado pelos demais jovens, ok?
Obs.: Para cada pergunta lida/respondida, se necessário, pedir que o jovem que pegou o número da pergunta, leia a resposta no LE.
i) Pergunta 259
Do fato de pertencer ao Espírito a escolha do gênero de provas que deva sofrer, seguir-se-á que todas as tribulações que experimentamos na vida nós as previmos e escolhemos?
Resposta no LE:
“Todas, não, porque não escolhestes e previstes tudo o que vos sucede no mundo, até às mínimas coisas. Escolhestes apenas o gênero das provações. As particularidades são a consequência da posição em que vos achais e, muitas vezes, das vossas próprias ações. (...) Sabe o Espírito que, escolhendo tal caminho, terá que sustentar lutas de determinada espécie; sabe, portanto, de que natureza serão as vicissitudes que se lhe depararão, mas ignora se se verificará este ou aquele evento. Os acontecimentos secundários se originam das circunstâncias e da força mesma das coisas. Previstos só são os fatos principais, os que influem no destino.
==> sabemos que trazemos em nós toda a bagagem que já possuímos de reencarnações passadas; valores adquiridos, que nos auxiliam nas provas, mas também os vícios do ontem, que precisamos identificar para evitar que venhamos a cair nas tentações.
ii) Número: 774
Pergunta: Os laços de família são um costume social ou estão nas leis naturais?
Resposta no LE:
“Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Eis por que os segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a amar-se como irmãos.” (LE. Perg. 774)
==> vemos aqui a importância da família para que possamos desenvolver o AMOR num grupo pequeno, para depois irmos estendendo aos outros.
iii) Número: 205
Pergunta: A reencarnação destrói os laços de família?
Resposta no LE
“Ela os distende; não os destrói. Fundando-se o parentesco em afeições anteriores, menos precários são os laços existentes entre os membros de uma mesma família. Essa doutrina amplia os deveres da fraternidade, porquanto, no vosso vizinho, ou no vosso servo, pode achar-se um Espírito a quem tenhais estado presos pelos laços da consanguinidade.” (LE Perg. 205.)
==> Amplia os laços. A cada encarnação, uma nova família onde reforçamos laços já existentes, criamos novos laços e ajustamos laços que possam estar abalados.
vi) Número: 851
Pergunta: Existe fatalidade na família que nascemos?
Resposta:
“A fatalidade existe unicamente pela escolha que o Espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, instituiu para si uma espécie de destino, que é a consequência mesma da posição em que vem a achar-se colocado. Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir.” (LE Perg. 851, da Lei de Liberdade)
==> vemos então, que estamos na família que escolhemos para reencarnar!
v) Número: 208
Pergunta: Os pais exercem influência sobre o filho depois do nascimento deste?
Resposta:
“bem grande influência exercem. Conforme já dissemos, os Espíritos têm que contribuir para o progresso uns dos outros. Pois bem, os Espíritos dos pais têm por missão desenvolver os de seus filhos pela educação. Constitui-lhes isso uma tarefa. Tornar-se-ão culpados, se vierem a falir no seu desempenho.” (LE. perg. 208)
==> então, os pais ou aqueles que tem essa responsabilidade para com a criança, tem uma missão junto a essa criança!
vi) ESE_Cap XIV item 3
Pergunta: E quando os pais não cumprem com essa missão? Os filhos ficam isentos de seguir o mandamento “Honrar pai e mãe”?
Resposta:
“Alguns pais, é certo, descuram de seus deveres e não são para os filhos o que deviam ser; mas, a Deus é que compete puni-los e não a seus filhos. Não compete a estes censurá-los, porque talvez hajam merecido que aqueles fossem quais se mostram. Se a lei da caridade manda se pague o mal com o bem, se seja indulgente para as imperfeições de outrem, se não diga mal do próximo, se lhe esqueçam e perdoem os agravos, se ame até os inimigos, quão maiores não hão de ser essas obrigações, em se tratando de filhos para com os pais! Devem, pois, os filhos tomar como regra de conduta para com seus pais todos os preceitos de Jesus concernentes ao próximo e ter presente que todo procedimento censurável, com relação aos estranhos, ainda mais censurável se torna relativamente aos pais; e que o que talvez não passe de simples falta, no primeiro caso, pode ser considerado um crime, no segundo, porque, aqui, à falta de caridade se junta a ingratidão.” (ESE_Cap XIV item 3)
vii) Número: 681
Pergunta: Os filhos têm a obrigação de trabalharem para seus pais idosos?
Resposta:
“Certamente, do mesmo modo que os pais têm que trabalhar para seus filhos. Foi por isso que Deus fez do amor filial e do amor paterno um sentimento natural. Foi para que, por essa afeição recíproca, os membros de uma família se sentissem impelidos a ajudarem-se mutuamente, o que, aliás, com muita frequência se esquece na vossa sociedade atual.”
==> independente de como os pais agiram no cuidado com os filhos, os filhos sempre tem o dever de cuidar de seus pais.
viii) Número: 775
Pergunta: Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?
Resposta:
“Uma recrudescência do egoísmo.” (aumento, agravamento do egoísmo)
ix) Número 209.
Pergunta: Por que é que de pais bons e virtuosos nascem filhos de natureza perversa?
Resposta:
“Não é raro que um mau Espírito peça lhe sejam dados bons pais, na esperança de que seus conselhos o encaminhem por melhor senda e muitas vezes Deus lhe concede o que deseja.”
==> sabemos que nem sempre são Espíritos afins que se reúnem na família. As boas influências de alguns membros da família auxiliam aqueles que ainda tateiam no mal.
==> lembremos que cada um dá o melhor de si; não é para julgarmos, mas para percebermos que quanto mais estudamos, ampliamos nosso conhecimento com relação as pessoas, aos relacionamentos, a nossa missão na encarnação, mais possibilidades temos de acertar nas escolhas, nas atitudes.
==> A DE nos auxilia a compreendermos os conflitos e podermos lidar melhor nas diversas situações que vivemos.
x) E.S.E. Cap. XIV, item 8
Pergunta: Quem são os Espíritos que formam o grupo familiar?
Resposta:
“Os que encarnam numa família, sobretudo como parentes próximos, são, as mais das vezes, Espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações, que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena. Mas, também pode acontecer sejam completamente estranhos uns aos outros esses Espíritos, afastados entre si por antipatias igualmente anteriores, que se traduzem na Terra por um mútuo antagonismo, que aí lhes serve de provação. Não são os da consanguinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de ideias, os quais prendem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações.” (E.S.E. Cap. XIV, item 8)
xi) E.S.E. Cap. XIV, item 9 - 1
Pergunta: Como podemos entender as dificuldades familiares? Provas? Expiações?
Resposta:
“As provas rudes, ouvi-me bem, são quase sempre indício de um fim de sofrimento e de um aperfeiçoamento do Espírito, quando aceitas com o pensamento em Deus. É um momento supremo, no qual, sobretudo, cumpre ao Espírito não falir murmurando, se não quiser perder o fruto de tais provas e ter de recomeçar. Em vez de vos queixardes, agradecei a Deus o ensejo que vos proporciona de vencerdes, a fim de vos deferir o prêmio da vitória. Então, saindo do turbilhão do mundo terrestre, quando entrardes no mundo dos Espíritos, sereis aí aclamados como o soldado que sai triunfante da refrega.”
“De todas as provas, as mais duras são as que afetam o coração. Um, que suporta com coragem a miséria e as privações materiais, sucumbe ao peso das amarguras domésticas, pungido da ingratidão dos seus. (...)” (E.S.E. Cap. XIV, item 9)
xii) E.S.E. Cap. XIV, item 9 - 2
Pergunta: Qual vício comanda a ingratidão dos filhos para com os pais?
Resposta:
A ingratidão é um dos frutos mais diretos do egoísmo. Revolta sempre os corações honestos. Mas, a dos filhos para com os pais apresenta caráter ainda mais odioso. É, em particular, desse ponto de vista que a vamos considerar, para lhe analisar as causas e os efeitos. Também nesse caso, como em todos os outros, o Espiritismo projeta luz sobre um dos grandes problemas do coração humano.”
(ESE_Cap XIV item 9)
4. Conclusão
Devemos ser gratos à família que temos, pois foi o que pedimos antes de reencarnar. E trabalharmos para que todos possamos crescer, nos desenvolver espiritualmente.
5. Prece final e passes coletivos
Avaliação:
21/08/26 – Encontro com 10 jovens com participação e perguntas. Só foram sorteadas 3 das perguntas.
28/08/26 – Encontro com 7 jovens com participação e perguntas. Concluímos as perguntas do roteiro!
ANEXOS:
O Livro dos Espíritos
582. Pode-se considerar como missão a paternidade?
“É, sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que o pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem, e lhes facilitou a tarefa dando àquele uma organização débil e delicada, que o torna propício a todas as impressões. Muitos há, no entanto, que mais cuidam de aprumar as árvores do seu jardim e de fazê-las dar bons frutos em abundância, do que de formar o caráter de seu filho. Se este vier a sucumbir por culpa deles, suportarão os desgostos resultantes dessa queda e partilharão dos sofrimentos do filho na vida futura, por não terem feito o que lhes estava ao alcance para que ele avançasse na estrada do bem.”
583. São responsáveis os pais pelo transviamento de um filho que envereda pelo caminho do mal, apesar dos cuidados que lhe dispensaram?
“Não; porém, quanto piores forem as propensões do filho, tanto mais pesada é a tarefa e tanto maior o mérito dos pais, se conseguirem desviá-lo do mau caminho.”
O Evangelho segundo o Espiritismo, Cap XIV — Honrai a vosso pai e a vossa mãe
8. Os laços do sangue não criam forçosamente os liames entre os Espíritos. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porquanto o Espírito já existia antes da formação do corpo. Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho; ele mais não faz do que lhe fornecer o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir.
Os que encarnam numa família, sobretudo como parentes próximos, são, as mais das vezes, Espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações, que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena. Mas, também pode acontecer sejam completamente estranhos uns aos outros esses Espíritos, afastados entre si por antipatias igualmente anteriores, que se traduzem na Terra por um mútuo antagonismo, que aí lhes serve de provação.
9. A ingratidão é um dos frutos mais diretos do egoísmo. Revolta sempre os corações honestos. Mas, a dos filhos para com os pais apresenta caráter ainda mais odioso. É, em particular, desse ponto de vista que a vamos considerar, para lhe analisar as causas e os efeitos. Também nesse caso, como em todos os outros, o Espiritismo projeta luz sobre um dos grandes problemas do coração humano.
Quando deixa a Terra, o Espírito leva consigo as paixões ou as virtudes inerentes à sua natureza e se aperfeiçoa no espaço, ou permanece estacionário, até que deseje receber a luz. (...)
Por fim após anos de meditações e preces, o Espírito se aproveita de um corpo em preparo na família daquele a quem detestou, e pede aos Espíritos incumbidos de transmitir as ordens superiores permissão para ir preencher na Terra os destinos daquele corpo que acaba de formar-se. Qual será o seu procedimento na família escolhida? Dependerá da sua maior ou menor persistência nas boas resoluções que tomou. O incessante contacto com seres a quem odiou constitui prova terrível, sob a qual não raro sucumbe, se não tem ainda bastante forte a vontade. Assim, conforme prevaleça ou não a resolução boa, ele será o amigo ou inimigo daqueles entre os quais foi chamado a viver. É como se explicam esses ódios, essas repulsões instintivas que se notam da parte de certas crianças e que parecem injustificáveis. (...)
Ó espíritas! Compreendei agora o grande papel da Humanidade; compreendei que, quando produzis um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir; inteirai-vos dos vossos deveres e ponde todo o vosso amor em aproximar de Deus essa alma; tal a missão que vos está confiada e cuja recompensa recebereis, se fielmente a cumprirdes. Os vossos cuidados e a educação que lhe dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro. (...)
Não escorraceis, pois, a criancinha que repele sua mãe, nem a que vos paga com a ingratidão; não foi o acaso que a fez assim e que vo-la deu. Imperfeita intuição do passado se revela, do qual podeis deduzir que um ou outro já odiou muito, ou foi muito ofendido; que um ou outro veio para perdoar ou para expiar. Mães! Abraçai o filho que vos dá desgostos e dizei convosco mesmas: Um de nós dois é culpado. Fazei-vos merecedoras dos gozos divinos que Deus conjugou à maternidade, ensinando aos vossos filhos que eles estão na Terra para se aperfeiçoar, amar e bendizer. (...)
Deus não dá prova superior às forças daquele que a pede; só permite as que podem ser cumpridas. Se tal não sucede, não é que falte possibilidade: falta a vontade.(...) As provas rudes, ouvi-me bem, são quase sempre indício de um fim de sofrimento e de um aperfeiçoamento do Espírito, quando aceitas com o pensamento em Deus. É um momento supremo, no qual, sobretudo, cumpre ao Espírito não falir murmurando, se não quiser perder o fruto de tais provas e ter de recomeçar. (...)
De todas as provas, as mais duras são as que afetam o coração. Um, que suporta com coragem a miséria e as privações materiais, sucumbe ao peso das amarguras domésticas, pungido da ingratidão dos seus. (...)
Formam famílias os Espíritos que a analogia dos gostos, a identidade do progresso moral e a afeição induzem a reunir-se. Esses mesmos Espíritos, em suas migrações terrenas, se buscam, para se gruparem, como o fazem no espaço, originando-se daí as famílias unidas e homogêneas. Se, nas suas peregrinações, acontece ficarem temporariamente separados, mais tarde tornam a encontrar-se, venturosos pelos novos progressos que realizaram. Mas, como não lhes cumpre trabalhar apenas para si, permite Deus que Espíritos menos adiantados encarnem entre eles, a fim de receberem conselhos e bons exemplos, a bem de seu progresso. Esses Espíritos se tornam, por vezes, causa de perturbação no meio daqueles outros, o que constitui para estes a prova e a tarefa a desempenhar.
Acolhei-os, portanto, como irmãos; auxiliai-os, e depois, no mundo dos Espíritos, a família se felicitará por haver salvo alguns náufragos que, a seu turno, poderão salvar outros. – Santo Agostinho. (Paris, 1862.)
Desafios da Vida Familiar, Camilo/Raul Teixeira, perg. 6 Parte I - “O sentido da Família”
“Quando ainda no Mundo dos Espíritos, antes do berço físico, o espírito tem consciência da importância que terá sua futura família sobre o seu progresso?
Na maior parte das vezes, sim. É no além que costuma ser instruído por seu Anjo Guardião ou por entidades benfeitoras que o orientam para o bom aproveitamento da reencarnação.”
“Antes do renascimento, roga o espírito ao Senhor a chance de poder estar no seio de uma família que disponha de todos ou de vários elementos que lhe permitam avançar: a pobreza, a riqueza, pais enérgicos e exigentes, pais que o coloquem no trabalho desde cedinho, para que aprendam a valorizá-lo. Exora também a oportunidade da cultura intelectual ou da sombra do analfabetismo, o brilho acadêmico ou a ”touca cirúrgica” da deficiência cerebral.”
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